WALLACE NãO HONRA ACORDO NO TJ E PROFESSORES RETOMAM 4ª GREVE EM VG
04.06.2014
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 Prefeito Wallace Guimarães não honra nenhum dos pontos acordados no TJ

A cidade de Várzea Grande, a segunda maior de Mato Grosso, vive um caos administrativo jamais visto na história. Além dos profissionais de Enfermagem, os professores e funcionários da rede pública municipal de Educação decidiram na na manhã de hoje retoamra a greve que foi suspensa no dia 24 de março deste ano.

A época, a paralisação foi suspensa após assinatura de Termo de Conciliação mediado Tribunal de Justiça de Mato Grosso. No entanto, o prefeito Wallace Guimarães (PMDB) descumpriu todos pontos firmados no acordo judicial e a categoria aprovou o movimento por unanimidade em assembleia geral na manhã desta quarta-feira no colégio Licínio Monteiro.

A greve será retomada na sexta-feira, dia 06 de junho. De acordo com o presidente da subsede do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso de Várzea Grande (Sintep), Gilmar Soares Ferreira, a retomada da greve foi motivada pela falta de compromisso do prefeito Wallace Guimarães. “Ele não cumpriu com nenhum dos compromissos assumidos perante o Tribunal de Justiça”, afirmou o professor Gilmar ressaltando que está será a quarta greve na administração Wallace.

Para o presidente do Sintep, a administração de Várzea Grande vem promovendo ações que visam única e exclusivamente desmobilizar a categoria dos trabalhadores da educação. "Deliberadamente, a prefeitura não honrou nenhum dos compromissos firmados em dois termos de mediação assinado perante o Tribunal de Justiça, termos estes que foram condição para a suspensão da greve em março. Diante da falta de respeito da administração Wallace com a categoria, não tem outra alternativa a não ser retomar a greve”, reafirma o presidente do sindicato.

PROTESTO NO GABINETE

Na segunda-feira, às 8h00, os trabalhadores da educação realizarão ato público em frente ao gabinete do prefeito Wallece no paço Couto Magalhães para cobrar do administrador mais respeito. E, durante a semana, haverá outro ato público, porém será articulado com as outras categorias em greve. Outra assembleia geral será realizada no dia 11 de junho para avaliar o movimento e decidir sobre a continuidade ou não da greve.

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