PREFEITO TENTA EXPLICAR EMPRéSTIMO A FICHADO E CHAMA MINISTRO TóFFOLI DE "PARCIAL E PETISTA"
10.06.2014

Reportagem Local

As declarações do prefeito Mauro Mendes (PSB), contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, depois de ter sido alvo da quinta fase da Operação Ararath em que os policiais federais cumpriram mandos de busca e apreensão em sua residência, no Alphavile, e no seu gabinete, no Palácio Alencastro, continuam repercutindo, negativamente, em Brasília.

Mauro acusou Toffoli é um ministro petista, indicado pelo PT. “Ele esteve no mensalão, defendendo todos os mensaleiros. Ele foi mais advogado dos mensaleiros do que ministro. Ele não tem isenção para falar de mim ou de quem quer que seja”, criticou o prefeito.

O destempero do prefeito chegou ao ministro. Um DVD com as declarações de Mendes foi parar nas mãos do ministro que ficou bastante intrigado com as colocações de Mendes.

O prefeito criticou que teve a sua residência e o gabinete vasculhados pelos agentes federais. “Quem leu o processo viu que o ministro empurrou pra cima de mim e aliviou muita gente”, disse o prefeito socialista.

Mauro Mendes foi um dos alvos da Operação Ararath por ter feito um empréstimo junto ao empresário Júnior Mendonça, da Amazônia Petróleo, principal alvo e delator da operação Ararath. A Polícia Federal investiga a possível relação de pagamento do empréstimo feito por Mendes durante a campanha, em 2012, com um contrato firmado entre a Prefeitura de Cuiabá e a empresa de Mendonça, em 2013.

O empréstimo, na época, foi de R$ 3,4 milhões e o contrato emergencial da Prefeitura com a Amazônia Petróleo, para fornecimento de combustíveis ao município durante quatro meses, foi de R$ 3,7 milhões.

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