MENOR CIDADE-SEDE, CUIABá “SURPREENDEU” NA COPA DO MUNDO
01.07.2014

A menor dentre as 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, Cuiabá teve destaque no jornal norte-americano New York Times. 

Em vídeo produzido pela jornalista Nadia Sussman, sob o título The smallest World Cup Host City (A menor cidade-sede da Copa do Mundo), a cidade é considerada “talvez, a com menos expectativas”.

Conforme o brasileiro ouvido na reportagem, Marcelo, o evento foi fundamental para desmistificar pensamentos do próprio país sobre a região. 

"As pessoas acham que aqui têm índios,

onças e macacos andando na rua.

Nos maiores centros do país ainda pensam dessa forma.

Esquecem que Mato Grosso é um dos maiores estados

com a maior produção agropecuária do país"


“As pessoas acham que aqui têm índios, onças e macacos andando na rua. Nos maiores centros do país, ainda pensam dessa forma. Esquecem que Mato Grosso é um dos maiores estados com a maior produção agropecuária do país, uma das maiores riquezas do país está em Mato Grosso, não só agropecuária, mas também de minerais”, afirmou. 

Em seguida, o pescador Alessandro Luiz da Conceição, da comunidade São Gonçalo Beira-Rio, disse que não esperava a Copa na cidade. 

“Nunca, nunca esperava que Cuiabá ia ser uma das sede. Vieram muitos turistas aqui, pessoas que a gente só via ou ouvia falar pela televisão”, completou.

Visão estrangeira 

A reportagem do New York Times também ouviu turistas dos países que tiveram suas seleções jogando em Cuiabá.

“As pessoas são muito, muito sorridentes”, disse o russo Sergei Buzko, ao lado de um amigo.

“Nós tivemos problemas de comunicação, porque nenhum de nós fala português, mas pessoas aqui são ótimas, são gentis. Nas ruas, indo para o estádio, algumas nos deram carona de graça”, afirmou o japonês Hanjoo Chae, que estava fantasiado de samurai ao lado de mais dois amigos. 

Conforme o jornal norte-americano, que mostra cenas da quadra de futsal da Praça Popular, mesmo com diferentes idiomas, o futebol conseguiu unir e promover a comunicação. 

“É gratificante estar aqui. Nós falamos com números”, disse o australiano Johhnie Ricci, que jogava futebol.

O australiano Zach McBride, mesmo sem falar português, também garantiu ter gostado da cidade, que desconhecia. 

“Nunca tinha ouvido sobre Cuiabá e gostei, é perto da floresta”, disse 

No fim, o brasileiro Marcelo garantiu que além das obras de mobilidade urbana que foram feitas focadas no Mundial, o evento serviu para colocar a cidade no mapa. 

“Foi importante para Cuiabá para questão de obras de urbanidade, que eram muito necessárias. A qualquer lugar que você vai, vê que tem turista. Mostrar como é o povo cuiabano, que eu acho extremamente positivo. 

Na visão da jornalista do New York Times, a Copa em Cuiabá foi a oportunidade de colocar Cuiabá no mapa. 

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