EX-EMPRESáRIO DO PENTACAMPEãO DENíLSON é SUSPEITO
18.07.2014

Um empresário brasileiro de futebol, Luiz Antônio Vianna de Souza, suspeito de envolvimento no caso da venda ilegal de ingressos da Copa do Mundo, depôs na tarde desta quinta-feira (17) na 18ª DP (Praça da Bandeira), de acordo com a GloboNews.

Ele é ex-empresário do ex-jogador Denílson, que atuou no São Paulo e foi pentacampeão mundial com a seleção brasileira em 2002, e, de acordo com a polícia, é suspeito de ser o braço direito no Brasil do franco-argelino Mohamadou Lamine Fofana, tido como chefe da quadrilha de cambistas, que está preso em Bangu.

Ainda segundo a polícia, escutas telefônicas revelaram que ele teve mais de 700 ligações com Fofana. Vianna também teria ajudado Fofana a organizar eventos com a participação de ex-jogadores. O almoço que Fofana deu num restaurante da Lagoa, em homenagem aos jogadores da seleção brasileira de 70, por exemplo, teria sido organizado pelo empresário.

Nova testemunha

Uma nova testemunha da investigação da quadrilha internacional de venda de ingressos para a Copa, que, segundo a Polícia do Rio, envolve o executivo inglês Raymond Whelan, deve depor nesta quinta-fera. Whelan se entregou à Justiça na segunda-feira e está preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste. A Justiça do RJ negou o pedido de habeas corpus do CEO da Match. A informação é do Jornal da GloboNews.

A testemunha, um torcedor e morador da Zona Sul da cidade, deve dizer à polícia que tentou comprar ingresso para a Copa do Mundo no mês de maio e não conseguiu. De acordo com a polícia, escutas telefônicas apontaram que neste período a quadrilha chefiada por Lamine Fofana, com a participação de Raymond Whelan negociava tíquetes por preços acima dos quem eram impressos nas entradas.

O delegado Fábio Barucke, da 18º DP (Praça da Bandeira), vai abrir uma nova frente de investigação a partir desta quinta para tentar rastrear o dinheiro movimentado pela quadrilha. Barucke afirmou que vai ao laboratório da Polícia Civil do Rio para vasculhar computadores e celulares e descobrir para onde foram os R$ 160 milhões obtidos com a venda ilegal de ingressos da Copa do Mundo.

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