SEOP ACHA GALãO DE MATE EM PRIVADA E FECHA DEPóSITO EM COPACABANA
01.08.2014

Uma operação da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), com apoio da Comlurb, interditou nesta sexta-feira (1º) um depósito na Rua Ronald de Carvalho, número 175, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Até o fim da manhã desta sexta, os agentes da Prefeitura haviam recolhido 28 carrocinhas (milho, pipoca, tapioca, churros e churrasquinho) e diversos produtos como: doces, refrigerantes, bonés e cangas, brinquedos, guarda-chuvas e peças de vestuário. Alguns produtos como galões de mate, muito vendido nas praias da cidade, e açúcar estavam armazenados sobre vasos sanitários.

Este é o terceiro depósito clandestino fechado em uma semana na cidade. Na quarta-feira (30), os agentes da Seop estouraram um depósito de produtos de camelôs na Rua Lavradio, no Centro.

No local funcionava uma fábrica de carrinhos de pipoca. Mais de 65 unidades foram recolhidas. Também foram apreendidos alimentos armazenados de forma inadequada, segundo a secretaria. O estabelecimento foi interditado e multado por falta de alvará de funcionamento. Foram retirados do local também quatro caminhões, com 24 toneladas de carroças e lixo.

No dia 25 de julho, outro galpão usado como depósito para camelôs foi interditado também no Centro. De acordo com a Seop, foram retirados dez caminhões com 55 toneladas de mercadorias, sendo a grande maioria de alimentos perecíveis e impróprios para consumo.

De acordo com o subsecretário de Ordem Pública Marcelo Maywald, os produtos abasteciam cerca de 200 camelôs no Centro do Rio. Bebidas, comidas, equipamentos eletrônicos, livros e estruturas usadas para a venda e preparação de comida, como barraquinhas de cachorro quente e chapas, ficavam estocadas sem cuidado com a higiene.

"O local é insalubre e os alimentos eram estocados sem o asseio necessário", disse o subsecretário.

Os produtos armazenados dividiam espaço com uma família, que estendia roupas no varal e cozinhava em um ambiente com pouca ventilação. Joice de Sáa Fleire Barcelos, que estava no local, disse que é uma ambulante legalizada, mas reclama da falta de local para armazenar suas mercadorias.

Vinte carroças de pipoca, churros e cachorro-quente foram apreendidas (Foto: Rodrigo Prado/Seop)Vinte carroças de pipoca, churros e cachorro-quente foram apreendidas (Foto: Rodrigo Prado/Seop)
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