DETENTO MORTO POR ASFIXIA NA PCE USAVA NOME FALSO
04.08.2014

A polícia descobriu que o detento de 24 anos, morto por asfixia dentro do setor de triagem da Penitenciária Central do Estado (PCE), usava nome falso.

Consulta feita pelos papiloscopistas do Instituto de Medicina Legal (IML) aponta que o nome de C.R.A., apresentando pelos familiares da vítima, é falso.

Isso porque a impressão digital do preso não confirmou a identificação. Diante da situação, o corpo não foi liberado para o sepultamento.

Segundo técnicos em necropsia, o nome fornecido pela família consta na carteira de identidade entregue pelos agentes penitenciários e que estava na ficha criminal do rapaz.

"Será feita a coleta das impressões digitais para fazer a comparação eletrônica. Se essa pessoa tiver confeccionado documentos em Mato Grosso, o nome verdadeiro irá aparecer"

Com esse nome, o rapaz foi preso várias vezes.

“Será feita a coleta das impressões digitais para fazer a comparação eletrônica. Se essa pessoa tiver confeccionado documentos em Mato Grosso, o nome verdadeiro irá aparecer”, explicou um técnico.

O crime

O detento morreu dois dias após ser transferido de uma cela do Raio 2 da PCE.

O detento teve um pano enfiado na garganta e, para garantir a execução, os executores colocaram uma sacola plástica em sua cabeça para cortar sua respiração.

O corpo foi localizado no final da tarde do sábado (2), já em estado de rigidez cadavérica, indicando que ele teria sido assassinado no início da manhã.

Para policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) que atenderam a ocorrência, o crime seria um acerto de contas entre os detentos.

A vítima teria sido transferida após ser ameaçado de morte na cela em que estava preso.

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