RUI PIMENTA DEFENDE POPULAçãO ARMADA PARA COMBATER O CRIME
20.08.2014

O candidato à Presidência da República pelo Partido da Causa Operária (PCO), Rui Costa Pimenta, defendeu nesta quarta-feira (20), em entrevista ao vivo no G1, o direito de qualquer cidadão portar armas e a criação de milícias populares, em substituição à Polícia Militar, como forma de controlar o crime.

Pimenta classificou o direito de se armar como um "direito fundamental". Segundo ele, violência é estimulada pelo "aparato político-militar-judiciário", e a população organizada nas comunidades e nos sindicatos tem mais condições que a Polícia Militar de controlar a ação de grupos criminosos.

"Povo desarmado é um povo escravizado. Povo armado é um povo que controla o seu destino", declarou o candidato, que se disse contrário ao Estatuto do Desarmamento, que não permite ao cidadão portar armas sem autorização específica.

Durante cerca de 45 minutos, Costa respondeu a perguntas de internautas e do portal, em três blocos, conduzidos pelos jornalistas Tonico Ferreira, da TV Globo, e Nathalia Passarinho, do G1. A ordem dos candidatos na série de entrevistas do G1 com os presidenciáveis (veja ao final desta reportagem) foi definida por sorteio na presença de representantes dos partidos de todos os candidatos. A candidata sorteada para o primeiro dia da série de entrevistas (28 de julho), a presidente Dilma Rousseff, não compareceu por problemas de agenda, segundo a assessoria do Palácio do Planalto. Além de Rui Costa Pimenta, já foram entrevistados Zé Maria (PSTU), Aécio Neves (PSDB), Mauro Iasi (PCB) e Eduardo Campos (PSB).

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