EXPECTATIVA é DE ‘TEMPO QUENTE’ EM DEBATE DOS CANDIDATOS AO GOVERNO DE MATO GROSSO NA TV RECORD
25.08.2014

As provocações à distância massificadas nas últimas semanas tendem a ganhar forma nesta segunda-feira (25), durante o primeiro debate com os cinco candidatos ao governo de Mato Grosso, na TV Record (Canal 10), tendo como co-promotor o jornal ‘A Gazeta’ e o portal de notícias Olhar Direto como um dos convidados especiais. 

Cada um dos candidatos vai ser sabatinado pelos demais candidatos e jornalista convidados. A produção do programa também elaborou uma pergunta para cada um dos candidatos. O último bloco está reservado para as considerações finais de cada candidato. 

Por tradição, o debate do Grupo Gazeta de Comunicação é o mais liberal e permite perguntas picantes, além de réplicas e tréplicas.

Pela ordem estabelecida por sorteio no programa, os candidatos a responderem à primeira rodada de perguntas são José Roberto de Freitas (PSOL), Ludio Cabral (PT), José Pedro Taques (PDT), José Geraldo Riva (PSD) e José Marcondes Muvuca (PHS).

A projeção é de que saúde, segurança e educação domine as discussões. Porém, existe a expectativa de que temas latentes, como a Operação Ararath e o financiamento das campanhas, em tese, também sejam abordados.

Confira abaixo os melhores momentos do debate e dos bastidores:

14h00 - Candidato Muvuca (PHS) pergunta agora a José Roberto (PSOL). Ele faz uma citação onde elenca que a discussão vista atpe agora é vazia e oca e vazia. "Os candidatos fazem parte de uma mesma panelinha nos últimos 30 anos. As mazelas continuam e quero saber sua opnião sobre esses grupos?". Roberto responde  “o debate é um espaço democrático para que a população possa conhecer mais. Acho salutar que os eleitores conheçam os candidatos e as propostas para administrar o Estado e saber também as incoerências”. 

Muvuca reafirmou  ainda que é militante e não está ligado a nenhum grupo de poder. Ele ainda relembra que é jornalista e que foi para às ruas para combater a organização criminosa chefiada por João Arcanjo.


13h57 - Agora José Riva questiona Pedro Taques sobre os vôos feitos pelo senador na campanha de 2010 e lembra o caso Cooperlucas, citando Otaviano Pivetta, insinuando que o senador ajudou o prefeito de Lucas do Rio Verde quando atuava no Ministério Público Federal. Ainda fala que Taques é citado na lista da PF que investiga crimes financeiros em Mato Grosso na Ararath.

“Não me meça com a sua régua”, diz Taques ao adversário. Ele lembra que não atuou como procurador da república no caso Cooperlucas, diz que a suposta lista da PF que o relaciona à investigação Ararath é falsa e lembra que Riva teve seu registro de candidatura indeferida no TRE. 

Riva afirma que não se mede com a mesma régua de Taques porque a sua régua é a do trabalho e lembra que a prestação de contas do candidato da oposição mostra que ele voou apenas 6 horas na campanha de 2010. 

Taques, na tréplica, responde que voou junto com Mauro Mendes em 2010, quando o peessebista disputava o governo de Mato Grosso e ele o senado e declara que é oposição. “Não preciso passar óleo de peroba na cara porque não tenho cara de pau”, finaliza. 

13h53 - 
Conforme sorteio, Taques (PDT) abre a rodada e pergunta a Ludio Cabral (PT) sobre o ranking de lepra no Estado e lembra ainda índices alarmantes de homicídios. Ainda afirma que na segurança pública são menos de 7 mil, esse governo que o senhor representa tem defesa?

Ludio afirma que todo governo erra e acerta. Defende ainda que o que está errado na saúde será corrigido. "Na educação, vamos combater a evasão. Esse discurso da terra arrasada pé contraditório e incoerente. O senhor se vende como candidato da coerência e chamou Pagot de mafioso e hoje conta com ele em sua campanha. Até hoje o senhor de vende como candidato da novidade, mas mantem laços com o passado. Tenho maturidade para saber agir”. 

Em sua resposta, Taques pede “desculpas” se Ludio ficou nervoso. Dirigindo-se a população disse que tem compromisso com as polícias e não tomará medidas unilaterais como mudar o uniforme da PM sem uma consulta prévia. "Por isso eu quero ser governador e preciso de seu voto".

Ludio Cabral  reafirma que não se governa atacando e, sim, com diálogo. “O senhor é responsável pela gestão de saúde e o senhor esperneou e o tal do Pronto-Socorro de Cuiabá. Ainda em cara de pau de dizer que vai construir hospital regional. Frase feita não se governa”. 

13h49 - No último bloco, cada candidato fará apenas uma pergunta para um candidato, com réplica e tréplica. Após a rodada de perguntas, serão feitas as considerações finais.

13h47
 - O mediador agora faz duas perguntas a José Riva, que nãoi havia sofrido nenhum questionamento neste bloco. A primeira é sobre as minorias como quilombolas e indígenas e como será a interlocução do parlamentar com esses grupos caso seja eleito. 

Riva destaca ações feitas na assembleia em prol de índio e quilombolas, mas promete combater a expansão considerada exacerbada de terras indígenas em Mato Grosso. O deputado garante dar respaldo a essas minorias caso se torne governador.

Questionado sobre a criminalidade em MT, Riva promete uma forte ação na fronteira e combate às drogas. Riva ainda retoma a fala de Pedro Taques e afirma que a proposta de transformar corrupção era crime hediondo era do senador Cristovam Buarque (PDT), que ficou engavetado, mas Taques a apresentou ‘melhorada’. O deputado ainda insinua que Pedro Taques está copiando as suas propostas para o governo de Mato Grosso. 

13h42 - 
José Riva (PSD) questiona Pedro Taques (PDT) e relembra que o candidato já citou que o problema de saúde de Cuiabá é de gestão e não de investimentos. “O senhor indicou secretários e tivemos uma das piores gestões no país...

Ácido, Taques respondeu  que tem de convencer o eleitor e não seu oponente. Afirmou que fará hospitais regionais que funcionem. Disse ser contra às Organizações Sociais de Saude (OSS) . “Ajudaremos Mauro Mendes a resolver a questão da saúde de Cuiabá. Mas preciso lembrar que Cuiabá sempre ficará enxugando gelo como acontece em Várzea Grande com a demanda de atendimento do inteiror. As pessoas tem direito de ser atendido próximo a suas casas". 

Riva  ainda disse que Taques mudou de ideia porque foram tantas as propostas e não viu ações concretas apresentadas por ele no Senado que mudaram a qualidade de vida da população. Na tréplica, Taques disse que apresentou projeto importantes no Senado e  citou " projeto prender político corrupto, transformando em crime hediondo”. 

13h38 - O deputado estadual José Riva questiona o adversário do Psol sobre as dificuldades de viabilizar projetos em Mato Grosso com os entraves ambientais. 

José Roberto afirma que pretende proteger o meio ambiente e agilizar os projetos que atravancam o desenvolvimento do Estado. Roberto ainda fala em desmandos na Sema e propõe uma fiscalização rigorosa e multas pesadas para quem descumpre a legislação ambiental.

Riva defende uma Sema ágil e com um secretário que tenha coragem para resolver os problemas na pasta. Riva quer um prazo de 90 dias para a liberação de manejos. José Roberto afirma que não fará diferente e promete agilidade, mas rigor com quem destrói o meio ambiente. “A questão vem se arrastando no estado há muito tempo, mas ninguém resolve”. 

13h34 
- José Marcondes Muvuca (PHS) pergunta a José Roberto (PSOL) sobre as manifestações populares que ocorreram no ano passado em todo território nacional qual é a avaliação que ele faz, oriundo de um ‘partido de esquerda‘. Ele elenca que essas mobilizações aconteceram como reflexo da insatisfação. “Dentro do nosso parlamento tem uma grave crise de representação. As pessoas não se enxergam como representadas. Nossas instituições democráticas foram capturas pelo poder econômico”. 

Muvuca, na réplica, disse que foi para as ruas e é militante. Cita que somente de fosse um ‘verme’ para não se sentir indignado diante dos políticos que estão há 30 anos encastelados no poder. 

Roberto finaliza citando que programas do PSOL defende que o povo fique atento e defende criação de mecanismos para que a população acompanhe as decisões. Referendos, audiências, para que a população participe mais. 

13h31 - Muvuca agora dirige sua primeira pergunta ao candidato Lúdio Cabral e critica seu discurso sobre a saúde, considerado “repetitivo” e lembra que a saúde em Mato Grosso está assim por culpa do atual governo que apoia o projeto do PT.

Lúdio afirma que pode no debate discutir outros temas, mas elenca várias propostas para a saúde, dentre elas, seu programa de mais médico especialistas, para levar profissionais para todas as regiões da saúde. 

Muvuca diz que olhará para a saúde pela perspectiva de um usuário do SUS e Lúdio aproveita a tréplica para voltar a elencar propostas para a saúde. O médico destaca a intenção de converter hospitais em Sinop, Rondonópolis e Cáceres, por exemplo, em hospitais universitário de portas abertas. 

13h27 - José Roberto (PSOL) pergunta a José Marcondes – Muvuca (PHS) e elenca que seu partido é contrário a terceirização  da saúde afirmando que sua proposta de trabalho na saúde visa melhorar a atenção primária e questiona sobre suas propostas. Muvuca responde que a saúde  do Estado está na  UTI. “Temos de enfrentar á saúde de maneira séria, respeitar os 12% que são constitucionais e fortalecer hospitais regionais. Colíder e Alta Floresta não tem UTI”. Ele defende ainda a implantação de conselhos de saúde. Não podemos perder mais vidas”. José Roberto complementa citando a necessidade de construção de um novo hospital. 

Muvuca, em tréplica, afirma que saúde tem que tratar o tema como seriedade e que não irá medir esforços para R$ 200 milhões ou R$ 300 milhões. “Seria indigno voltar as costas para saúde. Sou usuário do SUS”.

13h24 - José Roberto agora dirige a sua pergunta para Lúdio Cabral. José Roberto cita as obras inacabadas  feitas para a Copa do Mundo e lembra do apoio de Silval Barbosa e cobra uma explicação sobre as intervenções feitas para a mobilidade urbana da capital.

“A escolha do meu nome simboliza renovação e o compromisso do cuidado  com as pessoas, por meio dos investimentos sociais”, diz Lúdio. Ele afirma que as obras da Copa significaram uma recuperação dos anos de defasagem da mobilidade urbana de Cuiabá. “Só atrasa obra quem realiza obra”, argumenta Lúdio Cabral.

José Roberto afirma que tem obras interditadas e algumas podem ser demolidas. Lúdio elenca obras e fala isso será um legado para um futuro da população. “A Copa do Mundo foi um sucesso e quem criticou tem que fechar a boca”, declara. 

13h19- 
Na rodada de perguntas, o candidato José Roberto (PSOL) responde sobre a Pedro Taques (PDT) quanto à educação e cita que "o desenvolvimento de um Estado está associado a educação e cita que o Estado vem aplicando o mínimo, de 25% e não o previsto pela Constituição Estadual 35%". Taques devolve o questionamento citando que um dos principais gargalos é o ensino médio, que no Estado é administrado pela pasta do PT. “Quero dizer a você que vamos fazer um ensino médio integrado profissionalizante”. 

13h17 - Quem pergunta agora é o candidato Pedro Taques e seu alvo é o Muvuca. Taques aborda o agronegócio e a agricultura familiar. O pedetista pergunta as propostas para a agricultura familiar.

Muvuca afirma que Taques entende bem de agronegócio porque recebeu muito dinheiro dos produtores. Provoca ainda dizendo que eles produtores serão os “patrões” de Taques, caso ele seja eleito. Chama ainda o adversário de “laranja”. Muvuca promete taxar o agronegócio para isentar a agricultura familiar.

Taques fala que prometer revogar a lei Kandir é um absurdo. Promete investir na agricultura familiar e Muvuca reafirma que quer sim discutir a tributação aos produtores. 

13h11 - 
No 3º bloco cada candidato terá o direito de perguntar para dois oponentes. Cada pergunta terá 45 segundos. É permitida a réplica e tréplica. Quem pergunta nesse momento é o candidato Ludio Cabral (PT) ao candidato José Roberto (PSOL). “Conquistamos avanços com o programa Minha Casa, Minha Vida, com 78 mil moradias e nosso programa de metas é de 70 mil moradias para recuperar demanda de 110 mil. Qual a sua proposta? Roberto responde que "esse é um caso sério. Por muito tempo a política habitacional foi deixada de lado. Sabemos desses projetos, mas entendemos que são habitações ruins para acolhimento das famílias. Temos de construir habitações com o mínimo de dignidade.”

Lúdio, não satisfeito com as críticas apontadas, disse que ele precisa conhecer o programa". José Roberto em nova rodada de respostas elenca que as construções, durante visita, verifica que “a pessoa entra e fica com o pé de fora”, pontuando quanto ao tamanho das casas.

13h10 - 
O candidato Lúdio Cabral abre a rodada de perguntas com questionamento dirigido ao Muvuca. O tema é as drogas. Lúdio promete atacar fortemente o tráfico de drogas e quer saber as propostas do seu adversário. 

O jornalista Muvuca afirma que gosta muito de tratar desse tema e afirma que será um governador que ficará ao lado das famílias e instalará clínicas de recuperação em todos os municípios. Quer ainda atuar no combate de entrada da droga pela fronteira e sustenta que é o único candidato que pode fazer essa mudança. “30% da juventude já está usando drogas”, declara.

Lúdio diz que o Gefron conta com 100 homens e a polícia tem um déficit de 48% dos profissionais. Muvuca afirma que se governador pedirá a contribuição de Lúdio no combate às drogas. “Isso não pode ficar só no debate eleitoral”, afirma. Ele ainda lembra que já venceu a batalha contra as drogas e quer vencer outro com Mato Grosso.

13h11 - No 3º bloco cada candidato terá o direito de perguntar para dois oponentes. Cada pergunta terá 45 segundos. É permitida a réplica e tréplica. Quem pergunta nesse momento é o candidato Ludio Cabral (PT) ao candidato José Roberto (PSOL). “Conquistamos avanços com o programa Minha Casa, Minha Vida, com 78 mil moradias e nosso programa de metas é de 70 mil moradias para recuperar demanda de 110 mil. Qual a sua proposta? Roberto responde que "esse é  um caso sério. Por muito tempo a política habitacional foi deixada de lado. Sabemos desses projetos, mas entendemos que são habitações ruins para acolhimento das famílias. Temos de construir habitações com o mínimo de dignidade.”

Lúdio, não satisfeito com as críticas apontadas, disse que ele precisa conhecer o programa". José Roberto em nova rodada de respostas elenca que as construções, durante visita, verifica que “a pessoa entra e fica com o pé de fora”, pontuando quanto ao tamanho das casas.

13h05
 - Começa o terceiro bloco do debate. Os candidatos fazem duas perguntas entre si, sem repetir os alvos das perguntas. 

13h01
 - Como o candidato José Roberto (PSOL)  não foi alvo de nenhum questionamento por seus opositores durante o debate, ele é questionado pelo apresentador José Antônio Carlos sobre seu programa governamental para saúde. “O Governo do Estado vem deixando na mão os municípios. E a gente verifica a necessidade da construção desse hospital. Nunca, nenhum governo concluiu". Ele defende ainda a adminstração por Organizações Sociais de Saúde (OSS) como um processo deficiente. 

Em um segundo nomento ele é questionado sobre qual o melhor  modelo de desenvolvimento econômico para Mato Grosso. "O Estado de MT ele é carente. É necessário que se desenvolva para que não fique dependente de um único setor. Nossa proposta é fazer a superação dessa prática, chamada verticalização. Nós entendemos que é prejudicial ao Estado”. 

12h58 - Agora o candidato Psol pergunta para José Riva sobre a falta de fiscalização da assembleia legislativa nas obras da Copa.

José Riva afirma que a assembleia tem sim cumprido o seu papel e tem fiscalizado junto ao Tribunal de Contas do Estado as obras da Copa do Mundo. Riva afirma que o VLT está atrasado e as pessoas têm que saber o porquê e declara que a ação do Ministério Público atrapalhou o andamento das obras do VLT.

Na réplica, José Roberto afirma que não traz propostas mirabolantes e declara que entende as necessidades da população mato-grossense. Na tréplica, Riva afirma que não faz propostas fora das condições de cumprir. 

12h55- 
A primeira pergunta após o intervalo por conta da apresentação do horário eleitoral, seguindo a ordem é candidato José Roberto (PSOL) ao Pedro Taques (PDT). Cita proposta de construção de hospital estadual, proposta defendida pelo PSOL. “Nós vamos sim., construir hospital com no mínimo 350 leitos. Eu, como senador, destinei R$ 17 milhões para construção do hospital e o  prefeito Mauro Mendes vai fazer. Como governador vou ajudar na atenção básica, atenção primária". 

Usando o tempo restante para a pergunta, ele devolveu uma fala ao candidato Ludio que o questionou a pouco sobre receber doações de empresários devedores do ICMS, citando doações de R$ 950 mil a sua campanha feita pelo empresário Vigolo, de Rondonópolis, que seria devedor de R$ 2,3 mi em ICMS ao Estado. “Se o senhor tem algo contra ele que o represente. Eu estou aqui para debater propostas”.

12h51 - Lúdio defende o combate aos bilionários que doam para campanhas eleitorais, mas devem para o Estado e cita um dos maiores doadores de Taques, que deve ICMS ao Estado.  

12h49 - (Bastidores) - O horário eleitoral se encerra e o debate recomeça.

12h23 - (Bastidores) - 
Já o candidato do Psol, José Roberto, fez uma avaliação boa de sua participação, mas viu muitas acusações e poucas propostas. “Nossa autuação vai se restringir em apresentar propostas e mostrar a incoerência dos adversários. 

12h21 - (Bastidores) -
Para Muvuca, teve muito “blá blá blá” nesta primeira etapa do debate e muito lobo vestindo a pele de cordeiro. O jornalista afira que a diferença de tom das perguntas feitas por ele para José Riva e Pedro Taques se deve ao fato de que ele precisou usar parte do tempo da pergunta de Riva para responder Taques. Ao falar sobre a acusação de “jogo combinado”, afirmou que não aceita ‘vassalagem’ e que está aqui para derrubar todos os candidatos.

12h18 - (Bastidores) - 
O deputado estadual José Riva declarou, durante o intervalo, que Pedro Taques está fugindo das perguntas e espera que o senador pare de usar essa estratégia e comece a enfrentar os temas perguntados. Sobre a acusação de “jogo combinado” feita pelo senador, Riva rebateu: “Taques e Pivetta sabem bem o que pé jogo combinado”.

12h14
 - (Bastidores) - Ao sair do estúdio, Lúdio Cabral se disse feliz e declarou que está gostando do debate. “É uma pena que alguns candidatos não saibam nem quantos quilômetros de asfalto vão fazer no governo, isso mostra despreparo”, criticou. 

12h12 - (Bastidores) - 
O senador Pedro Taques foi o primeiro a sair da sala do debate para o intervalo e falou que vai fazer propostas. Declarou ainda que está achando o debate com e que os ataques fazem partes para a democracia. “O povo esta vendo quem foi para fazer propopostas e quem foi para fazer jogo combinado”, finalizou.

12h01
 - Agora Pedro Taques se dirige a Lúdio Cabral e pergunta quais são os projetos do petista para a segurança pública.

Lúdio afirma que a primeira medida na segurança pública será a nomeação dos aprovados e promete concurso público anualmente para recuperar a defasagem do número de profissionais no combate a criminalidade. Promete assegurar as condições para, em parceria com o governo federal, atuar na fronteira no combate ao tráfico e combater o novo cangaço.

Pedro Taques tem direito à réplica, mas o debate é pausado para o início do horário eleitoral gratuito. 

12h03 - (Bastidores) - 
Para Teté Bezerra, Lúdio Cabral é o único a dar respostas objetivas. De acordo com a vice do petistas, que assiste ao debate comendo uma maçã, todos os outros participantes do debate estão ‘tergiversando‘

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