SANTANDER LESA CLIENTE E VENDE SEU CARRO ILEGALMENTE EM SP
03.09.2014

Um dos bancos que mais investem em publicidade para exibir bom atendimento e segurança nas operações para clientes, o Banco Santander S/A é, entretanto, o avesso de tudo que prega nesse sentido. No início do ano, por exemplo, frequentou o ranking do Banco Central de maus serviços. Além de não oferecer bons serviços e respeito aos clientes, o branco,  que lidera o grupo de maiores instituições financeiras do País, ainda se dá ao luxo de lesar clientes e desrespeitar, frontalmente, ordens judiciais.

O autônomo Felipe Morin Dias é a mais recente vítima do Santander, através da sua operadora de crédito, a Aymoré Crédito Financiamento e Investimento. Felipe adquiriu um veículo SUV  Hyundai Tucson, com parte financiada e manteve os pagamentos em dia quitando 12 das 24 parcelas contratadas. Por questões médicas, terminou atrasando três parcelas e teve o veículo apreendido como processo de busca e apreensão, a mando da juíza Rita Soraya Tolentino de Barros..

[oto2]Para não perder o carro e pressionado pelo banco, Felipe buscou o advogado José Batista Júnior, e, assim, pagou todas as demais prestações em juízo, quitando integralmente o bem que, até agora, não retornou à sua garagem. O banco passou por cima de uma decisão da mesma juíza Rita Soraya Tolentino de Barros, da Segunda Vara Especializada do Direito Bancário do Fórum de Cuiabá, e deu fim ao veículo, que foi levado contra a ordem judicial, para o estado de São Paulo, onde foi vendido ilegalmente pelo Santander (veja  fac-símiles do próprio advogado do banco, Jamil Alves e outros que comprovam a posse indébita da operadora creditícia controla da pelo Santander.)

 

 

 

 

Em seu despacho, a juíza foi taxativa ao escrever que autorizou a busca e apreensão, em caráter provisório, “não podendo o bem ser remetido a outro Estado da Federação, até decorrer o prazo de purgação da mora, sob pena de cominação de multa diária”. Ocorre que ao receber apenas cinco dias de prazo para a quitação do débito, a vítima, sob orientação do seu advogado, interpôs um agravo de instrumento, recurso que foi acatado pela justiça, que determinou a paralisação do processo até julgamento final dos méritos. Sem esperar os prazos da justiça, o Santander simplesmente levou o veículo para São Paulo

Segundo Felipe Morin, “a ação estava suspensa pela magistrada, mesmo assim o banco levou o veículo para São Paulo e pior ainda, vendeu o bem”, disse Ele observa “que foi um desrespeito com o poder judiciário, com a juíza e uma grande injustiça comigo”.

“Paguei a integralidade da dívida dentro do prazo, para não perder o veículo, mas a financiadora já havia negociado o carro, num atentado contra o cidadão,  num desrespeito. Foi um golpe, coisa                   de gente  inescrupulosa”.

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