É POSSíVEL CONSTRUIR UM ESTADO MAIS JUSTO
08.09.2014

Cumplicidade ou silêncio, tratando-se de  corrupção, mau atendimento no serviço público ou desvio de funções não têm conjugação no verbo de vida e um vocábulo sequer se pode ler  no diário de José Pedro Gonçalves Taques, ou Pedro Taques, simplesmente.. Desde jovem, o menino que chegou à faculdade de Direito com grande dificuldade, revelou inquietação rara contra a realidade que via, onde valiam mais, como ainda valem, a inversão de valores, desonestidade, putrefação moral no serviço público, injustiça social, protecionismo e má distribuição de renda, em um país abundante em riquezas e potencialidades, mas  extremamente insensível e injusto na partilha de condições de vida para sua população. Taques chegou ao cargo de procurador da República por concurso e fez uma carreira reta e meritoriamente brilhante, em São Paulo e Mato Grosso. Combateu, decidido, a má aplicação de recursos públicos, a corrupção e a bandidagem. A queda do império da defraudação, da jogatina ilegal e do morticínio a torto e à direito, sob a égide da coerção e do amedrontamento, tem a sua assinatura, após tempos e tempos a fio de foco e atenção. Nos 15 anos como procurador, Taques sepultou todos os maus feitos, cuja papelada lhe veio à mesa. Mas ainda era pouco para um “simples” procurador. Diligente, deixou para trás uma carreira vitalícia e se lançou, sem chance alguma, à uma candidatura ao Senado, em 2010 [alguns o consideraram suicida]. Eleito com mais de 700 mil votos, deixando para trás favoritos medalhões, Taques não tardou, no Congresso, a mostrar a que tinha ido. Encarou raposas nacionais da política, atuou firme e forte sob suas convicções, rechaçou acordos obscuros. Pela atuação em perto de quatro anos ganhou a condição de um dos melhores  senadores do Brasil. Seus projetos foram vistos como 100% relevantes pelo Portal Transparência, e esteve, e está,  à frente de grandes discussões nacionais como a reforma do Código Penal. Pedro Taques é, como em autoperfil, um “fura-filas. Ignorou a ordinalidade da política [poderia ter entrado como vereador, deputado (...), preferindo tentar o Senado], justificando que “se as transformações demoram ou não vêm, você tem que ir buscá-las”. Lançado pelo seu partido, o PDT, ao governo do Estado, lidera todas as pesquisas na corrida sucessória estadual. Promete fazer consertos importantes na máquina e praticar aquele sonho juvenil de acadêmico, onde o estado deve ser o provedor social do cidadão, não o alimentador do apetite voraz da corrupção,onde a estrutura oficial e estatal deve servir, não ser seviciado pelos desmandos e pela sânie do mau emprego dos impostos. “A corrupção não acaba porque é inerente ao ser humano. Alguns agentes públicos têm um ‘comichão’ pelo desvio e pela má conduta. O que prometo é fazer aquilo que sempre foi regra na minha vida: combater a corrupção e dar bons exemplos. Só isso já amedronta os que acham que vão corromper ou se corromperem e saírem impunes”, avisa. Pedro Taques entra na reta final da campanha. Se vai ganhar ou perder, isso só ao eleitor cabe saber. Perdendo ou ganhando, porém, como a própria tangente de vida mostra, Pedro certamente não trairá o seu dom de cai de pé. Na semana passada, para falar de como pretende governar Mato grosso, do combate à corrupção e de como está a campanha, ele visitou as instalações da TV Cuiabá e do Portal ODOCUMENTO para esta entrevista:

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