“PICARETA NãO TERá ESPAçO NO MEU GOVERNO", AFIRMA TAQUES
29.08.2014

O candidato ao Governo do Estado pelo PDT, senador Pedro Taques (PDT), afirmou nesta sexta-feira (29) a empresários da indústria que fará uma gestão focada na eficiência pública, com vistas à aceleração da economia. 

Em sabatina na Federação de Indústria de Mato Grosso (Fiemt), o parlamentar explicou que, para funcionar, as principais pastas deverão estar afinadas e com os mesmos compromissos firmados. 

"Picareta, nós não vamos colocar em nenhuma área. A Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme) precisa estar casada com a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), por exemplo"


“Picareta, nós não vamos colocar em nenhuma área. A Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia precisa estar casada com a Secretaria de Estado de Fazenda, por exemplo”, disse. 

O candidato, que explicou durante sua apresentação ser oposição ao Governo Silval Barbosa (PMDB) e também aos principais candidatos, Lúdio Cabral (PT) e José Riva (PSD), criticou o atual modelo de gestão praticado no Estado.

“Nós não concordamos com essa forma de administrar o Estado de Mato Grosso que aí está. Desejamos que o Estado seja eficiente e não atrapalhador como tem sido”, afirmou. 

O candidato também comentou sobre a política de incentivos fiscais, disse que é favorável à medida, mas criticou o atual formato. 

 

"Nós não concordamos com essa forma de administrar o Estado de Mato Grosso que aí está. Desejamos que o Estado seja eficiente, e não atrapalhador, como tem sido"


“Temos que trabalhar os incentivos fiscais, sou favorável à política de incentivos fiscais para uma determinada cadeia produtiva e para um Estado como nosso. Porém, precisamos ter incentivos com fiscalização”, disse.

Uma de suas bandeiras desde a campanha de 2010 ao Senado, Taques também falou sobre a luta contra a corrupção. 

“Precisamos combater a corrupção. Não queremos prender ninguém, mas, se preciso for, será feito. Não estou dizendo que é preciso olhar para o retrovisor, mas a lei precisa ser cumprida. Precisamos de transparência. E, hoje, isso não existe em Mato Grosso”, afirmou.

O senador aproveitou o documento preparado pela Fiemt intitulado de “O Estado que não queremos”. 

“O Estado não garante Saúde, Segurança, Educação, nem transporte de qualidade. Somos campeões de gado bovino, mas somos campeões de tuberculose. Segurança é polícia, mas não é só policia. Aqui se mata muito, precisamos de uma cultura da paz através de uma rede cidadã. Nós temos a pior educação do Brasil. Hoje, a Secretaria de Educação pertence a um partido. O Estado não pode ser loteado por partidos políticos”, completou.

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