JOVEM ATROPELADA DEIXA A UTI; CASO CONTINUA SEM SOLUçãO
17.09.2014

Depois de 60 dias sedada, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Jardim Cuiabá, a jovem Jaqueline Gandra, 19, vítima de um grave acidente, na Avenida Beira-Rio, na Capital, acordou. 

Ela está sendo monitorada pelos médicos, em uma dos apartamentos da unidade de saúde. 

Jaqueline foi atropelada no dia 4 de julho, quando estava na garupa da motocicleta pilotada pela amiga Karoline Oliveira, 19. 

De acordo com informações de testemunhas, uma caminhonete de cor prata atropelou a motocicleta e o motorista, até hoje, não foi identificado. 

Na ocasião, Jaqueline quebrou as pernas, teve ferimentos na cabeça e no tórax. Já sua amiga Karoline não resistiu aos ferimentos e morreu uma hora, após dar entrada no Pronto Socorro de Cuiabá. 

A informações da melhora do estado de saúde de Jaqueline é de sua irmã, Laura Gandra, que acompanha diariamente os boletins médicos. 

Segundo ela, a jovem só foi transferida da UTI para um dos quartos porque estava passando por um caso depressivo forte. 

“O médico resolveu transferi-la de quarto, assim que ela acordou. Ela não abria os olhos há 60 dias e, depois da melhora, foi percebido que ela estava sofrendo na UTI, chorava muito e se reprimia. Isso é considerado depressão hospitalar. Agora, ela está no quarto e está melhorando dia a dia”, disse Laura. 

Investigações

Desde o dia em que ocorreu o acidente, na Avenida Beira-Rio, conforme MidiaNews revelou, as investigações nunca avançaram. 

De acordo com a família de Jaqueline, a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Delitos de Trânsito (Deletran), não conseguiu localizar o autor do acidente. 

“Por enquanto, só sabemos que foi uma caminhonete de cor prata ou cinza, e que o motorista fugiu sem prestar socorro. Enquanto as investigações não avançam, minha irmã está internada e uma das vítimas já morreu. Até quando esse motorista ficará impune?”, questionou Laura Gandra.

A Polícia Civil, por enquanto, não tem nenhuma novidade sobre o caso. 

As imagens das câmeras instaladas na rotatória da Ponte Sérgio Motta e das proximidades da Universidade de Cuiabá (Unic) estão sendo periciadas.

O delegado Christian Alessandro Cabral, que conduz o inquérito, preferiu não dar declarações sobre o andamento das investigações.

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