TAQUES DIZ QUE SILVAL "DESPERDIçA" DINHEIRO COM ASSEMBLEIA
25.09.2014

Candidato da oposição ao Governo do Estado, o senador Pedro Taques (PDT) utilizou parte de seu programa eleitoral, na noite de quarta-feira (24), para criticar e denunciar a gestão do governador Silval Barbosa (PMDB).

De acordo com ele, com base em publicações do Diário Oficial do Estado, durante os quatro anos de gestão, Silval declarou “excesso de arrecadação” e repassou cerca de R$ 195 milhões a mais para a Assembleia Legislativa.

“Não podemos mais aceitar as coisas como estão. Foram quase R$ 200 milhões a mais para a Assembleia Legislativa. Isso é inaceitável. Sei que o repasse é legal e obrigatório, mas não é disso que estamos falando”, afirmou Taques. 

“A Segurança Pública em Mato Grosso não funciona e o Governo repassa quase R$ 200 milhões para a Assembleia. Enquanto isso, a população vive com insegurança. A Educação não vai bem, temos a segunda pior nota do Ideb do Brasil. Esse recurso seria suficiente para construir um hospital estadual de 350 leitos ou um novo pronto-socorro. Isso é desperdiçar dinheiro público”, afirmou o candidato da oposição. 

Lúdio e Muvuca

Pedro Taques também utilizou o horário eleitoral para, segundo ele, desmentir as acusações do também candidato Lúdio Cabral (PT). 

“Com a consolidação da liderança de Pedro Taques nas pesquisas, o candidato Lúdio resolveu assumir o jogo sujo e fez montagem e trucagens falsas no horário eleitoral para mentir sobre Taques”, diz a primeira parte da propaganda. 

“O juiz Alberto Pampado determinou a retirada do ar da propaganda do PT e destacou em sua decisão: o candidato Lúdio adota técnica inescrupulosa na TV para atacar Taques. E o juiz Paulo Sodré confirmou que Taques não é investigado na Polícia Federal e afirmou que Lúdio comete um crime de difamação tentando prejudicar Taques”, completou. 

Taques também aparece em propaganda eleitoral do candidato José Marcondes Muvuca (PHS), que, por chamá-lo de “maior laranja da face da terra”, teve o seu programa retirado do ar.

“Eleitor, você me conhece. Não vou entregar secretarias para partidos. Vamos trabalhar, independentemente dos apoios políticos. Vamos juntos, mudar Mato Grosso”, afirmou o senador, em seu direito de resposta. 

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