CONSóRCIO LEVA MAIS R$ 174 MIL PARA REFORMA DO AEROPORTO
24.09.2014

O Consórcio Marechal Rondon, responsável pela obra de reforma e ampliação do Aeroporto Marechal Rondon, foi beneficiado com mais R$ 174 mil em recursos para a realização da obra, atualmente já orçada em mais de R$ 83 milhões. O consórcio é formado pelas empresas Engeglobal Construções, Farol Empreendimentos e Participações S/A e Multimetal Engenharia de Estruturas.

A ratificação do contrato foi publicada pela Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo (Secopa) no Diário Oficial.

O documento afirma que “o termo de rerratificação tem a finalidade retificar o valor do primeiro, segundo, terceiro, quinto e sétimo termo aditivo” concedido à empresa.

Segundo a pasta, os valores dos aditivos precisaram ser redefinindo os valores com base no mês em que a proposta da empresa foi apresentada (outubro de 2012) e não com base no mês em que o contrato foi elaborado (fevereiro de 2012), como vinha sendo feito até então.

Por meio de sua assessoria, a Secopa informou que a atualização dos valores fez com que a obra, que até agora estava orçada em R$ 83.492.454,27, passa a custar R$ 83.666.503,11 com a atualização dos aditivos.

Contrato e aditivos


Inicialmente orçada em R$ 77.289.283,09, a obra de reforma e ampliação do terminal teve o contrato assinado em dezembro de 2012.

O projeto tinha prazo de conclusão em 8 de março deste ano – 450 dias de execução da obra e 510 dias para encerramento do contrato.

Porém, desde o início dos trabalhos, o contrato sofreu sete aditivos – sendo cinco para reajuste de preço e duas para aumento do prazo de conclusão do projeto.

O último aditivo elevou o valor da obra para R$ 83,4 milhões e foi assinado em 29 de maio deste ano.

Até agora, o Consórcio Marechal Rondon já recebeu R$ 61 milhões, segundo levantamento feito pelo MidiaNews junto ao Sistema Integrado de Planejamento, Contabilidade e Finanças (Fiplan) de Mato Grosso.

O prazo para a conclusão da obra de reforma e ampliação do aeroporto expirou no último dia 23 de agosto, sem que o consórcio responsável pelo serviço cumprisse com o contrato firmado com o Governo do Estado.

A empreiteira pediu à Secopa prorrogação do prazo de execução da obra, o que ainda não foi concedido.

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