LEVANTAMENTO APONTA 3 CIDADES EM RISCO POR DENGUE E 14 EM ALERTA
16.02.2015

 

Levantamento aponta 3 cidades em risco por dengue e 14 em alerta
Um total de 14 cidades estão em alerta contra dengue e outras três em estado de risco. Os dados são do primeiro Levantamento Rápido do Índice de Infestação de Aedes aegypti (LIRAa) de 2015, divulgados no boletim epidemiológico da área de Vigilância em Saúde da Secretaria Estadual de Saúde (SES). Os municípios de Cáceres, Rosário do Oeste e Santa Carmem estão em risco, com índice acima de 3,9%. 

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Entre os municípios em alerta estão: Campo Verde; Jaciara; Juscimeira; Lucas do Rio Verde; Nova Marilândia; Pedra Preta; Rondonópolis; São Jose do Rio Claro; São Pedro da Cipa; Santo Antônio de Leste; Sinop; Tangará da Serra; e Tapurah. 

Dos 67 municípios que acordaram a realização do LirAa, 22 já encaminharam os resultados para a SES, até o momento. O prazo é que todas as cidades enviem os resultados até o final de fevereiro. 

De acordo com a Coordenadora da Vigilância Epidemiológica da SES, Flávia Guimarães, o LirAa é uma das principais ferramentas de prevenção da dengue. “Através do levantamento é possível identificar a real situação em relação ao risco de ocorrência de surtos e epidemias de Dengue e Chikungunya e, assim, priorizar ações de controle vetorial”, explica. 

O LIRAa é um método simplificado de amostragem que aponta indicadores que permitem atuar de forma eficaz no combate aos focos do Aedes aegypti e Aedes albopictus, vetores da dengue e da febre do chikungunya. O Ministério da Saúde sugere que se realize o LirAa três vezes ao ano, em janeiro, março e outubro.  

 

DENGUE – Foram registrados 912 casos de dengue nas primeiras semanas do ano de 2015. Em comparação ao mesmo período de 2014, quando teve 1744 casos de dengue notificados, houve uma redução de 47,7%, em todo estado. Em relação aos casos graves e óbitos, não houve notificação para investigação até o momento. 

Mato Grosso ainda não registrou casos da Febre do Chikungunya, porém é necessário que a população continue com medidas preventivas para evitar a proliferação do mosquito Aedes dentro de casa, evitando o acúmulo de água parada e de lixo, nos quintais e terrenos. Caso apresente sinais e sintomas da doença, deve-se procurar imediatamente os serviços de saúde e evitar o uso medicamentos sem prescrição médica.
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