TAQUES AFIRMA QUE Já ESCOLHEU LíDER DO GOVERNO NA AL-MT, MAS NãO ANUNCIA; DILMAR é CONSIDERADO NOME CERTO
16.02.2015

 

Taques afirma que já escolheu líder do governo na AL-MT, mas não anuncia; Dilmar é considerado nome certo
O nome do próximo líder do governo na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, por convocação do governador José Pedro Taques (PDT), já foi escolhido, mas somente em 24 deste mês seu nome será divulgado. Na ‘bolsa de apostas’ dos bastidores da política de Mato Grosso, nove em cada 10, apontam para o deputado estadual Dilmar Dal’Bosco (DEM) como o escolhido para exercer a liderança do Poder Executivo, no Edifício Dante Martins de Oliveira.

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“Não tenho pressa [em divulgar]. Nem sessão está ocorrendo na Assembleia até o dai 24. Tudo tem o seu tempo”, desconversou Taques, sem sequer dar pistas. Todavia, se Dilmar for o líder, não está certo que o  deputado estadual Wilson Santos (PSDB), ex-prefeito de Cuiabá, seja  o vice-líder do governo.
 
Pedro Taques há semanas mantém diálogo com os parlamentares, principalmente  Wilson Santos  e Dilmar Dal’Bosco. O governador não fez rodeios para reclamar dos pedidos de urgência nas audiências solicitadas pelos deputados.
 
O governador utiliza uma metáfora para ilustrar a situação sobre as conversas com os deputados. “Parece piada do filho que fala para a mãe [em tom de brincadeira] que está se afogando. A mão vai ver e não é verdade. Uma hora a mãe deixa de atender e então, sim, é verdade que o filho está se afogando”, observou Taques, com outra metáfora.
 
De manhã, Pedro Taques se dedica à agenda técnica, com secretário. Já à tarde, atende aos deputados e outros políticos. Ele está colocando em prática parte do que aprendeu no livro “O líder sem o Estado maior”, que supostamente contribui para melhorar o formato de atendimento e o desempenho do administrador.
 
O primeiro desafio do próximo líder está articular a votação da reforma administrativa, com extinção de cargos, fusão e extinção de secretarias de Estado.   Taques já exonerou mais de 1.500 servidores comissionados da gestão anterior, o que deve gerar uma economia ao Estado estimada em cerca de R$ 50 milhões por ano. Todavia,   se a reforma administrativa demorar, muitos acabarão voltando.
 
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