DEFESA CIVIL INTERDITA CINCO IMóVEIS COM RISCO DE DESABAMENTO NA AVENIDA MATO GROSSO
18.02.2015

Defesa Civil interdita cinco imóveis com risco de desabamento na avenida Mato Grosso

A Defesa Civil de Cuiabá interditou preventivamente cinco imóveis que correm risco de desabamento em caso de forte chuva na avenida Mato Grosso, situada na capital mato-grossense. Segundo consta, houve alguns problemas na aplicação do material no muro de arrimo e na cortina atirantada que está sendo feita no local.

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De acordo com o coordenador da Defesa Civil de Cuiabá, Oscar Amelito, “a Construtora Farol foi quem iniciou a obra e fez o chamado laudo de vizinhança e tudo transcorreu de forma segura até então. Em determinado momento houve alguns problemas que surgem no decorrer de qualquer trabalho”.
 
“Houve um problema na aplicação do material no muro de arrimo e na cortina atirantada. As coisas acabaram evoluindo e as rachaduras no local começaram a aumentar. No início passamos pela avenida Mato Grosso e detectados que não havia risco, porém, nos últimos dias nós constatamos que haveria o risco de desabamento”, explica o coordenador. Os moradores também reclamaram da grua que estava passando por cima de suas casas.
 
Amelito ainda acrescenta que houve uma interdição preventiva, para evitar transtornos maiores aos moradores dos imóveis: “Existem cinco imóveis que correm risco. Em alguns deles há senhoras com problemas de saúde e em outros pode haver dificuldade para sair em caso de uma chuva forte. Por conta disto, nós preferimos adotar esta medida e alertar os moradores para evitar pânico”.
 
Um laudo geológico está sendo feito pela Defesa Civil e o local é monitorado diariamente. Porém, existe uma ação no Ministério Público Estadual (MPE), já que alguns moradores resolveram entrar com uma ação. A assessoria de imprensa da Prefeitura de Cuiabá informou ao Olhar Direto que a Defesa Civil é quem cuida do caso e aguarda o laudo.
 
A reportagem tentou contato com a Construtora Farol, porém as ligações não foram atendidas. A assessoria de imprensa do Ministério Público Estadual (MPE) também não foi localizada.
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