FISIOTERAPIA PROPORCIONA SAúDE AOS SERVIDORES
24.02.2015
Fisioterapia convencional, analgesia, alongamento, terapia de movimento, reeducação postural global e ginástica laboral são algumas das ações oferecidas pelo programa Bem Viver em pelo menos 43 comarcas de Mato Grosso. O número representa 54% do total de comarcas existentes no Estado. Estes serviços são oferecidos nas comarcas que já contrataram assistentes sociais e psicólogos para atendimento exclusivo aos servidores.
 
Em Campo Verde, por exemplo, os servidores fazem ginástica laboral durante o dia para evitar dores acarretadas por movimentos repetitivos e também para ‘oxigenar’ a mente durante a tarde intensa de trabalho. Quando já existe uma lesão, o servidor é tratado na clínica particular da fisioterapeuta que presta serviços, isto porque o contrato prevê que os equipamentos devem ser da prestadora, explica a gestora Maria de Fátima Xavier.
 
 
“Todo o tratamento é feito sem qualquer ônus para o servidor, pois está incluso na prestação de serviço da credenciada. O encaminhamento e agendamento é feito pelas profissionais com comunicação à Coordenadoria Administrativa. Os servidores gostam muito da iniciativa pois propicia tratamento físico de qualidade, cujos benefícios refletem na vida profissional”, ressalta Fátima.
 
Todo o trabalho de credenciamento das fisioterapeutas é coordenado pelo programa Bem Viver, cuja sede está localizada no Tribunal de Justiça de Mato Grosso. A gestora da iniciativa, Gissele Nince, avalia o programa como único, pois em algumas comarcas foram formadas verdadeiras clínicas de saúde com espaço com macas e atendimento diferenciado. É o caso de Cuiabá.
 
A comarca conta com quatro fisioterapeutas que visitam as varas do Fórum e ainda os Juizados que ficam espalhados pela cidade, como o Juizado Volante Ambiental (Juvam), Complexo Maruanã, Juizado Criminal Unificado (Jecrim), Juizado da UFMT e Juizado da Infância e Juventude (Pomeri). Ao todo somam 120 unidades judiciárias.
 
De acordo com a servidora Elisa Cristina Cândido, uma das idealizadoras do projeto, a necessidade da clínica foi percebida diante do elevado número de atendimentos médicos voltado aos servidores. “É uma forma de evitarmos fraturas e lesões em membros posteriores. Os servidores aprovaram, pois antes mesmos de abrir a clínica, no início de fevereiro, já havia solicitações de avaliação e agendamento de atendimento”, explica.
 
Erli Maria Rodrigues, servidora da Quarta Vara de Família de Cuiabá, é uma das servidoras que solicitaram o agendamento. Há quase um ano e meio ela se sente incomodada com fortes dores na coluna, apesar de seguir as regras de postura global. “Eu estou animada e aguardando por uma vaga. Houve dias em que a dor foi tão intensa que achei que não conseguiria trabalhar. Quando o tratamento é oferecido no próprio serviço, diminui o número de faltas do servidor para consultas médicas e mais, facilita muito para a pessoa que não encontra tempo para ir à clínica”, enfatiza.
 
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