ELIENE LIMA AFIRMA QUE PRISãO DE RIVA é UMA
02.03.2015

Eliene Lima afirma que prisão de Riva é uma

Considerado "fiel escudeiro" por anos, o ex-deputado Eliene José Lima, vice-presidente regional do PSD e amigo de longa data do ex-deputado José Geraldo Riva (PSD), preso desde o úlitmo sábado (22), no Centro de Ressocialização do Carumbé. "Sou leigo no mundo jurídico. Então vejo isso [a prisão] como uma lamentável incógnita, que deixa consternados aqueles que convivem com o Riva", disse ele, durante visita a amigos, no Edifício Dante Martins de Oliveira, sede da Assembleia Legislativa.

Eliene deixa claro que não concorda, porém, com a razão principal da prisão: o temor de uma suposta fuga do ex-presidente do Poder Legislativo, diante da investigação do Ministério Público. "Quem pensa isso não conhece o Riva. Se quisesse, ele não estava mais por aqui", definiu o ex-parlamentar do PSD.
 
"Rezo e torço para que saia tudo bem, na vida dele. Riva é extremamente humano e bondoso de coração", observou.
 
Embora considere-se "totalmente leigo" do ponto de vista jurídico, Eliene Lima cita que dos mais de 100 processos contra José Riva, pelo menos 70% representam o desdobramento de uma mesma ação judicial.
 
Professor do Instiuto Federal de Educação (IFMT), Eliene foi eleito veredor por Cuiabá (1992), três vezes para a Assembleia Legislativa (1994, 98 e 2002) e  duas vezes à Câmara Federal (2006-10). Em 2014, tentou se reeleger deputado federal, mas não obteve sucesso - a chapa do PSD não atingiu quociente eleitoral mínimo (186 mil votos) para abrir a legenda.

Operação Imperador 

A ação que resultou na prisão de José Riva foi batizada como ‘Operação Imperador‘ foi desencadeada pelo Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e apura fraudes no valor de R$ 62 milhões na Assembleia Legislativa, que foi presidida por Riva por seis vezes. 

Conforme a denúncia do Ministério Público Estadual (MPE),  atestados de recebimento ideologicamente falsos de  mercadorias, produtos e serviços  foram emitidos para beneficiar o esquema que teria operado no período de 2005 a 2009. Os materiais jamais foram entregues, segundo o MP.
COMENTÁRIOS

*** **  ***


VÍDEOS

      
BUSCA:
© Copyright 2014 A Notícias - Política de Privacidade