LIXO E MATO INVADEM POSTOS DE SAúDE DA PERIFERIAMA
05.03.2015
Em cinco postos - e/ou policlínicas - visitados a situação é a mesa: sujeira e insalubridade
Na Avenida Curió, CPA 4, pequenas caçambas para lixo enferrujadas rodeadas de capim colonião e ervas daninhas
Na Avenida Curió, CPA 4, pequenas caçambas para lixo enferrujadas rodeadas de capim colonião e ervas daninhas
Nas laterais do posto do 1º de Março poças e capim alto
Nas laterais do posto do 1º de Março poças e capim alto

Em pleno curso de campanhas da Dengue e febre Chikungunya, pelo menos cinco postos de saúde – policlínicas -, localizados nos bairros periféricos estão encobertos pelo mato e tomados pelo lixo.

A situação que, não necessariamente seja de conhecimento do secretário ou prefeito, reflete a falta de comprometimento do pessoal da coleta de lixo ou serviços públicos, já que nos cinco postos (e policlínicas) visitados as informações são de que o “problema é antigo, há mais de um ano”.

O quadro se repete em vários bairros, disse uma funcionária.

Uma volta pelas redonmdezas foi suficiente patra atestar as informações as pessoas que falaram com ODOC: mato, lixo e em ulguns ppostos cadeiras quebradas, lixo nos corredores.

“Não há limpeza aqui desmatamento há muito tempo, as pessoas reclamam  muito, principalmente as mais concientes”, afirma.

Nas regiões Norte e Sul da cidade há muitos exemplos de situações que exigem atuação iumediata.

Na Secretaria Municipal de Governo e Comunicação (Secom), a reação foi de surpresa pelo estado de abandono desses locais, voltados a cuidar da saúde pública.

Um jornalista da Secom disse que os caminhos de coleta de lixo têm, na sua lista de itinerários, os postos como os primeiros locais onde se recolhe lixo.

Na Secretaria de Serviços Urbanos, um técnico explicou que, em alguns casos, pelas dimensões da cidade, é preciso que o diretor do posto ou policlínicas oficiem a secretaria para providências.

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