OSCAR BEZERRA COGITA CONVOCAR SILVAL E ASSEGURA QUE CPI DO VLT NãO VAI TERMINAR EM PIZZA
10.03.2015

Oscar Bezerra cogita convocar Silval e assegura que CPI do VLT não vai terminar em pizza

Quando a Comissão Parlamentar de Inquérito (CP) do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) estiver em funcionamento, a maioria das denúncias e suspeitas sobre superfaturamento e qualidade das obras estarão em xeque. Caso não sejam detalhadas as possíveis fraudes, a CPI corre o risco de não apresentar responsáveis pelos equívocos na construção. Cotado para presidir a comissão, o deputado estadual Oscar Bezerra (PSB) não descarta convocar o ex-governador Silval Barbosa (PMDB) para prestar esclarecimentos quando os trabalhos começarem.
 
A CPI das obras da Copa  tem um prazo de 120 dias, prorrogáveis por mais 60, para a conclusão dos trabalhos. E nada impede que outras obras sejam investigadas no decorrer da CPI.
 
“Eu garanto que não vai haver pizza. Se houveram falhas, como superfaturamento ou outras falhas, serão apontadas”, argumenta Bezerra, um dos autores do primeiro requerimento do CPI, posteriormente substituído por pedido do Colégio de Líderes.   
  
“É de conhecimento público que muitas obras tiveram graves erros de execução, como o viaduto da UFMT e o da Sefaz, mas isso não descarta que também investiguemos obras como a trincheira do bairro Santa Rosa e os Centros Oficiais de Treinamento (COT), que até agora não foram entregues à população”, observou.
  
Oscar Bezerra afirmou para a reportagem do Olhar Direto que a idéia é assegurar que as obras sejam concluídas com qualidade e preço justo. Além de Silval, o ex-secretário da Secopa Maurício Guimarães, representantes do Consórcio VLT e da Caixa Econômica Federal devem ser chamados para dar esclarecimentos. 
 
“As irregularidades das obras da Copa e em especial do VLT, sobre os procedimentos errados, são denunciadas desde o mandato passado pela [ex] deputada Luciane Bezerra. E na época tentou sim colher assinatura para fazer uma investigação naquele momento. Então na gestão passada é que não teve as assinaturas no requerimento”, justificou o parlamentar do PSB, recordando a atuação de sua esposa, na legislatura anterior.
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