DEPUTADOS DENUNCIAM ATRASO DE VERBAS E FALTA DE PAPEL HIGIêNICO
11.03.2015

Poder recebe duodécimo mensal de cerca de R$ 35 milhões

 

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A deputada estadual Janaína Riva (PSD) discursou na tribuna para criticar o sucateamento da Assembleia Legislativa e as más condições de trabalho oferecida aos parlamentares. “Condição de trabalho tem que ser prioridade. Do contrário, não compensa vir aqui só fazer indicação”. 

Conforme Janaína Riva, está em falta elementos mínimos para desenvolvimento das atividades legislativas no gabinete dos parlamentares apesar do duodécimo mensal de R$ 35 milhões destinado ao Legislativo. “Falta computador, serviço de limpeza e até internet. Como um deputado pode trabalhar sem ter impressora porque falta até papel?”, questionou. 

A parlamentar ainda revelou que não tem recebido a verba indenizatória de R$ 35 mil nos primeiros meses de mandato, o que tem dificultado suas atividades. Ainda cobrou, de imediato, ações da Mesa Diretora para que seja estabelecida condições de trabalho aos parlamentares. “Se fala em verba indenizatória, mas até agora não vi nada disso. Peço a Mesa Diretora que reveja as condições de trabalho da Assembleia Legislativa. Nós somos 24 e não cinco deputados. A Mesa Diretora não pode se sobrepor aos demais. Espero que tenha a mesma estrutura dos deputados de terceiro mandato”, disse. 

Após o discurso, o deputado Ondonir Bortolini, o Nininho (PR), primeiro secretário geral do Legislativo, informou que muitos dos itens em falta para assegurar condições de trabalho aos parlamentares se deve a burocracia para contratações de material. “Algumas dificuldades não são por falta de empenho. Estamos com dificuldade para lançar e concluir aquisição de materiais e faça. Estamos aderindo a ata de alguns poderes para contratação de material. As providências estão sendo tomadas e resolveremos essas questões dentro do prazo legal”. 

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Guilherme Maluf (PSDB), destacou que atual Mesa Diretora ainda está tomando conhecimento dos contratos existentes no legislativo estadual. "Infezlimente a falta de material se deve a contratos que estavam vencendo e estão sendo revistos", afirmou.

O tucano destacou que os pagamentos e aquisições do legislativo só serão feitos após checagem da legalidade dos contratos, principalmente os firmados na gestão anterior. "Eu sei que isso causa um transtorno, mas vai ser para o bem desta casa pelos quatro anos. Não adianta a gente tomar decisões precipitadas", colocou. 

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