PROFESSOR DE EDUCAçãO FíSICA é PRESO SUSPEITO DE ASSEDIAR ALUNOS, EM GO
11.03.2015

Ele trocou imagens pornográficas com pelo menos 5 alunos, diz polícia.
Vítimas tinham entre 11 e 13 anos e estudavam em escola de Goianésia.

Professor de educação física é preso suspeito de assediar alunos, em Goianésia, Goiás (Foto: Divulgação/Polícia Civil)Professor assediava alunos por mensagens em redes sociais (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Um professor de educação física de 21 anos foi preso em Goianésia, no centro-oeste de Goiás, suspeito de assediar sexualmente, além de armazenar e divulgar imagens pornográficas de cinco alunos. Dentre as vítimas já identificadas estão duas meninas e três meninos. Todas tinham entre 11 e 13 anos e estudavam na mesma escola.

De acordo com a Polícia Civil, o caso foi descoberto depois que a mãe de uma das alunas do suspeito, uma garota que à época do crime tinha 11 anos, denunciou o professor por pedir fotos íntimas e encontros com a menina.

A aluna disse à polícia que o rapaz chegou a oferecer R$ 50 para que eles mantivessem uma relação sexual. A polícia também identificou que ele a obrigou a cometer atos libidinosos.

Os assédios ocorreram entre março e novembro do ano passado. Segundo a delegada responsável pelo caso, Poliana Bergamo, a escola onde ele trabalhava tomou conhecimento dos casos e o demitiu, mas a ocorrência só foi registrada na Polícia Civil em fevereiro deste ano.

O homem foi preso na terça-feira (10). De acordo com a polícia, na casa do professor foram encontrados CDs, DVDs, computador e cartas de alunos, que serão encaminhados à perícia.

“No inquérito estão anexadas 400 páginas de mensagens trocadas entre ele e as vítimas, pelo Facebook e Whatsapp. Nelas, ele envia fotos nuas dele próprio, vídeos de sexo e obriga os alunos a fazerem o mesmo”, afirmou ao G1 a delegada.

O homem já tinha trabalhado em outra escola no ano de 2013 e a investigação irá apurar se também há vítimas dele na outra unidade educacional.

O professor foi autuado por assediar crianças para praticar atos libidinosos, além de adquirir e divulgar registro de sexo explícito ou pornografia envolvendo criança ou adolescente e sem a autorização da vítima. Somadas, as penas pelos crimes podem chegar a 31 anos de prisão.

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