COM PIZZA, PETISCOS E PAETêS, OPOSIçãO DESCATA, EM DEFINITIVO, WELLINGTON E PR
13.05.2014
 

Cúpula de vários partidos da oposição, menos Mauro Mendes, na reunião na casa de Taques, ontem / foto: exclusiva oDoc.

O deputado Wellington Fagundes (PR) é carta fora do baralho na formação da coesão oposicionista em se tratando de chapa majoritária.

Ainda não há fechamento em torno do nome que irá, como pré-candidato, para vice-governador no bloco.

No "comes-e-bebes" oferecido pelo pré-candidato a governo, Pedro Taques, com paetês, petiscos de camarão, pastezinhos e ‘long neck’s‘, em sua residência, ficou acertado que todos os partidos da frente mergulharão, e com tudo, em prol na chapa majoritártia com Pedro, liderando, e Jayme Campos como candidato à reeleição.

Os cardeais e líderes oposicionistas conversaram de tudo. Acertaram as arestas, traçaram planos em logística para a campanha, mas centraram o verbo na formação da chapa e enumeraram candidaturas proporcionais.

Participaram do encontro Percival Muniz (PPS), Nilson Leitão e Guilherme Maluf (PSDB), Júlio e Jayme Campos (DEM), Chico Galindo (PTB), Otaviano Piveta e Zeca Vina(PDT), Luiz Carlos Stopa (PV), e representantes de partidos nanicos, que comporão o bloco de oposição.

Mendes é do contra

A ausência ficou por conta do prefeito Mauro Mendes, que, segundo fontes, apenas telefonou para Taques e lhe deu um pito: "o senhor está comprometendo sua candidatura. Está trocando um ‘sangue‘ novo por um homem que representa o tradicional, o velho", afirmou, segundo a fonte, o prefeito Mauro Mendes (PSB) ao ouvido do senador pedetista. Segundo o clima formado, há sinalização tácita de que Mendes deve romper com a frente, podendo, inclusive se embandeirar para os lados da situação.

Mendes sempre discordou da candidatura Jayme, e é o único segundo a mesma fonte, líder que tem essa posição.

A candidatura de Wellington, assim como o PR de Blairo Maggi, segundo os líderes, seria incoerente, visto que o PR em um dos partidos mais aquinhoados no governo estadual e federal, com vários cargos na administração direta, indireta e autarquias.

A própria presença do PR, na frente, criaria um desconforto em termos de discursos para a oposição. Ainda reunião, o presidente do PSDB< um dos que estão na frente, Nilson Leitão, reconhece a liderança de Maggi e os valores do deputado Wellington, mas afirma que os melhores nomes para Mato Grosso, na realidade, são Taques e Jayme. O PSDB deve indicar mo vice-governador (pré-candidato) na chapa.

 

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