POLíCIA DESCARTA MULHER TRAíDA COMO AUTORA DE ATAQUE à FORMANDA
08.09.2015

Polícia descarta mulher traída como autora de ataque à formanda

O delegado da 3ª Delegacia de Polícia da Capital, Simael Ferreira, que investiga o caso de agressão sofrido pela formanda Sirene Luzia Correia, 31, atingida com uma tinta vermelha minutos antes de entrar para sua cerimônia de colação de grau, descartou a possibilidade de que a mulher do ex-amante da vítima seja a autora do ataque.

Ferreira teve acesso às imagens do circuito interno de segurança do Hotel Fazenda Mato Grosso, local do incidente, na última semana. O caso ocorreu no dia 26 de agosto.

“A esposa do homem com que a Sirlene teve um relacionamento é magra e, nas imagens, a mulher que aparece como suspeita do caso é bem mais encorpada”, afirmou, após analisar o vídeo. 

"A esposa do homem com que a Sirene teve um relacionamento é magra e, nas imagens, a mulher que aparece como suspeita do caso é bem mais encorpada"

De acordo com o delegado, o ex-amante da formanda também já viu as imagens e a afirmou que a mulher do vídeo não é a esposa dele. 

“Ele disse que revelou para a esposa sobre o antigo caso que teve com a Sirene, e conforme ele, a mulher ficou bastante surpresa com a notícia, começou a chorar e xingá-lo. Com isso, acredito que não seja ela mesmo”, disse o delegado. 

Na última sexta-feira (4), Sirene também compareceu a Delegacia para analisar as imagens. No entanto, segundo o delegado, ela não reconheceu a agressora. 

Conforme Ferreira, a vítima ainda está muito abalada com o caso e não quis falar muito do assunto. 

“Pedi para ela falar com os amigos que estavam no local, no momento do incidente, para ver se alguém conhece a acusada. Também pedi a ela para lembrar se tem algum outro desafeto e depois voltar a Delegacia para nos passar mais informações”, disse. 

O caso

Sirene Correia cursou Administração na Universidade de Cuiabá (Unic) e pegaria o diploma de conclusão do ensino superior no dia do incidente. 

Enquanto a universitária aguardava para colar grau, vestida de beca, uma mulher aproximou-se dela, a chamou pelo nome e jogou aproximadamente 500 ml de tinta óleo automotiva em seu rosto. 

Ela sofreu queimaduras e foi levada até a Policlínica do Coxipó, onde a equipe de médicos tratou a jovem com um óleo à base de banana para retirar a tinta. 

A instituição em que a jovem estuda deve esperar a recuperação dela para marcar um nova cerimônia.
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