PáTIO DIZ QUE REINSTALAçãO DE INDúSTRIA VAI BENEFICIAR RONDONóPOLIS
17.06.2016

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito de Renúncia e Sonegação Fiscal, deputado Estadual, Zé Carlos do Pátio (SD), avaliou como positivo a declaração do diretor financeiro da Santana Têxtil MT S/A, Marcos José dos Santos, que revelou na 99º reunião da CPI, a pretensão de reinstalar a indústria em Rondonópolis diante do atual cenário econômico do estado.

Para Zé do Pátio, caso a indústria retorne ao município os moradores da região do bairro Alfredo de Castro serão os grandes beneficiados, já que residem próximo à área onde a empresa deve se reinstalar e, por isso, seriam contratados por serem uma ‘mão de obra’ econômica. 

“Aquela região tem uma posição geográfica importantíssima e privilegiada para o trabalhador humilde. Sendo que poderão ir ao trabalho até de bicicleta. Com isso, os dois lados ganham”, comentou. 

O deputado ainda destaca que se sensibilizou com o fechamento da empresa, ocorrido em 2015, que deixou cerca de mil trabalhadores desempregados, causando um grande impacto social na cidade. Apesar disso, ele lembra que quando foi prefeito de cidade, em 2008/12, procurou sempre realizar investimentos como forma de atrair empresas para se instalarem em Rondonópolis. 

Por esse motivo, Zé do Pátio lembra que sequer aumentou impostos para o setor. Ele também afirmou que na sua gestão chegou a construir três loteamentos industriais na cidade, que foram destinados a micros e médias empresas, além de grupos empresarias.

Já sobre a situação da respectiva indústria na CPI, Pátio explicou que a direção da Santana Têxtil se comprometeu a entregar em nove dias todos os documentos pendentes que, supostamente comprovam todas as exigências e metas cumpridas como forma de serem beneficiadas pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Prodeic).

SAÍDA DE RONDONÓPOLIS

Ainda na oitiva, o diretor Marcos José dos Santos, esclareceu que a saída da indústria do município se deu por conta do cenário econômico que o setor têxtil passava no país. Onde a capacidade de produção era reduzida por conta da desvalorização da moeda e da entrada de produtos chineses a preços abaixo do mercado nacional. Por conta disso, o diretor explicou que como a matriz da indústria fica no Ceará, acabou havendo um entendimento de parar a produção em MT.

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