O GOVERNO DE MATO GROSSO FEZ UMA COMPRA NO VALOR DE R$ 2 MILHõES EM GêNEROS ALIMENTíCIOS PARA ATENDER PELOS PRóXIMOS 12 MESES AS DEMANDAS DE ALGUMAS SECRETARIAS ESTADUAIS. A ATA DE REGISTRO DE PREçOS FOI PUBLICADA NO DIáRIO OFICIAL DO ESTADO (DOE) DE QUINTA-FEIRA (26). ENTRE OS PRODUTOS ADQUIRIDOS ESTãO DIFERENTES TIPOS DE CARNES, CHOCOLATES, BISCOITOS, DOCES E SORVETES E FRUTAS EM CALDA (PêSSEGO, CEREJA, FIGO E AMEIXA). DE ACORDO COM A SECRETARIA ESTADUAL DE GESTãO (SEGES), O PREGãO é COMPOSTO
27.01.2017

O governo de Mato Grosso fez uma compra no valor de R$ 2 milhões em gêneros alimentícios para atender pelos próximos 12 meses as demandas de algumas secretarias estaduais. A ata de registro de preços foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) de quinta-feira (26). Entre os produtos adquiridos estão diferentes tipos de carnes, chocolates, biscoitos, doces e sorvetes e frutas em calda (pêssego, cereja, figo e ameixa).

De acordo com a Secretaria Estadual de Gestão (Seges), o pregão é composto de 233 lotes em 233 produtos. Os alimentos, conforme a pasta, devem atender as demandas das secretarias de Segurança Pública, Saúde, Trabalho e Assistência Social, Justiça e Direitos Humanos e Meio Ambiente e outras.

Os alimentos também devem atender instituições: Lar da Criança, Hospital Adauto Botelho, Centro de Reabilitação Dom Aquino e outras.

Foram adquiridas frutas, legumes e carnes de diferentes tipos (bacon, linguiça, salsicha, fígado, costela de porco e peixe). Um dos itens mais caro é a carne bovina: os lotes de carne têm os mais variados custos: R$ 42.036 mil, R$ 60.984 mil, R$ 69.264 mil e R$ 64.655 mil. Um lote de leite no valor de R$ 147.532 mil também foi adquirido.

A lista de itens também conta com frango, do tipo coxa e sobrecoxa, no valor de R$ 41.815,68 mil; peixe do tipo pintado em R$ 29.145 mil. Há na lista também polpas de fruta congelada de diversos sabores, pães, iogurte natural, requeijão, gelatina, geleias, leite condensado e mel.

Também foram listados lotes estimados em R$ 10.914 mil em bombons; xaropes (groselha, guaraná e uva), doces em tabletes, R$ 2,5 mil em paçoca, R$ 1,8 mil em doces de abóbora.

De acordo com a Seges, a compra deve gerar uma economia de R$ 617 mil aos cofres públicos. Conforme a pasta, o valor total da compra é uma expectativa de gastos e não significa que será gasto todo o montante em alimentos.

Quatro empresas e supermercados de Cuiabá, que venceram a licitação, vão atender aos pedidos nos próximos 12 meses.

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