DILMAR AFIRMA QUE WILSON SANTOS é “BEM VINDO” DE VOLTA E ACEITA ATé PASSAR A LIDERANçA DO GOVERNO
12.04.2017

A unidade da bancada do governo na Assembleia Legislativa de Mato Grosso não sofre sobressaltos, não aumenta nem diminui com a volta do deputado estadual Wilson Santos (PSDB). A análise partiu do líder do Executivo no Poder Legislativo, deputado Dilmar Dal’Bosco (DEM), ao revelar que soube do episódio através da imprensa e que se encontra percorrendo municípios, com retorno previsto a Cuiabá para a manhã desta quarta-feira (12), antes da sessão ordinária.
 
“Eu não vejo porque de tanto alarde. Não muda nada! Sai um deputado da base [Jajah Neves] e volta um da base [Wilson]. Continuamos com 18 votos na bancada governista”, observou ele, que assumiu o cargo em agosto do ano passado, justamente com a missão de substituir Wilson Santos – na época se licenciou para disputar a Prefeitura de Cuiabá.
 
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Embora Wilson não tenha reivindicado, Dal’Bosco afiançou que, se for desejo do parlamentar tucano ‘devolve’ a liderança do governo, no período em que o amigo estiver no Edifício Dante de Oliveira – previsão de 15 até 60 dias. “Se quiser a liderança de volta, poderá ficar à vontade. Não há qualquer problema. Não tenho essa vaidade”, resumiu Dal’Bosco, para a reportagem do Olhar Direto.
 
Sobre o fato da volta repentina do colega ao Parlamento, ele não quis fazer comparações sobre o que é que Wilson poderia conseguir com o que já é feito pela bancada.  “Temos unidade e creio que nada irá afetá-la. Aliás, quem construiu o atual formato foi o próprio Wilson”, elencou Dilmar.
 
Wilson Santos deixou ontem a Secretaria de Estado de Cidades (Secid) para voltar à Assembleia Legislativa, por um período que varia de 15 até 60 dias. Ele pretende convencer aos colegas, principalmente aos deputados que fizeram parte da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Obras da Copa, sore a viabilidade da retomada das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que liga Várzea Grande a Cuiabá.
 
O governo de Mato Grosso firmou compromisso com o consórcio VLT, no valor de R$ 922 milhões, para o término das obras. O acordo está sob análise do Ministério Público do Estado (MPE) e Ministério Público Federal (MPF). A previsão é de que as obras, paralisadas desde fins de 2014, finalmente sejam retomadas no segundo semestre

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