MEP RACHA, CRIA G6 E ISOLA QUATRO PARTIDOS QUE Já FECHARAM COM TAQUES
19.05.2014

 

Cintra, do agora G-6: "ninguém tomará decisão isolada e não há líder do grupo, mas todos"

O Movimento pela Ética na Política (MEP) rachou. A decisão do PV, PRP, PSC E PSDC em fechar apoio eleitoral antecipadamente a Pedro Taques revoltou os líderes partidários dos demais partidos do grupo. Com a divisão, o movimento agora conta com um G6, formado por PT do B, PRTB, PTN, PEN, PRB e PTC, que anunciou que não se reúne mais com os quatro partidos que roeram a corda.

Membro do MEP, o presidente estadual do PT do B, Sérgio Cintra, lamentou a quebra do compromisso firmado com todos os dez partidos de ouvir todos os candidatos e tomar uma decisão conjunta.

“São ações isoladas como essas que acabam com a credibilidade dos partidos políticos. A partir de agora criamos o G6 e tomamos a decisão de não conversar mais com as agremiações que tomaram suas decisões independentes. O grupo agora está fechado, ninguém mais sai. Vamos juntos até o final”, disse Cintra.

Questionado sobre o comportamento do presidente estadual do PV, Aluízio Leite, que tem se colocado como líder do movimento, Cintra foi curto e grosso. “Nem ele nem ninguém representa ou lidera o MEP. Quem representa o grupo são os presidentes estaduais dos partidos, de forma colegiada, e ponto final”, afirmou o presidente do PT do B.

O G6 ficou não só com o maior número de candidatos nas proporcionais, mas também com o maior tempo de televisão. Juntos os seis partidos somam cerca de 2’30, contra 1’30 dos quatro que já fecham com Pedro Taques. A investida do senador não agradou as lideranças partidárias, que dificilmente vão compor com o pedetista.

Os seis partidos vão manter a agenda pré-determinada e devem ouvir os candidatos José Muvuca (PHS) e Lúdio Cabral (PT). Julier Sebastião Silva (PMDB) e Pedro Taques (PDT) já foram ouvidos

 

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