SECRETáRIO DE FAZENDA AFIRMA QUE NãO Há "MáQUINA DE FAZER DINHEIRO" E NãO SABE SE TODOS VãO RECEBER DIA 10
06.06.2017

A obrigação de quitar os R$ 162 milhões em débitos da saúde, com recurso das fontes 100 e 134 (Tesouro do Estado) tendem a obrigar o governo de Mato Grosso a escalonar o pagamento dos servidores públicos. O secretário de Estado de Fazenda, Gustavo de Oliveira, passou toda a manhã, no auditório Milton Figueiredo da Assembleia Legislativa, para explicar com um velho adagio popular: “para vestir um santo, o governo se viu obrigado a ‘desvestir’ o outro”. Ele observou que o governo não possui máquina de fabricar dinheiro.
 
“É a realidade. Não vamos soltar outras despesas antes de quitar a folha. A equipe está se esforçando para fazer a folha cair no dia 10 ou talvez até no dia 9. Se não tivermos os recursos depositados na conta do Tesouro até às 18h do dia 9, nem adianta mandar a folha para o banco, que ela vai voltar sem ter pago o servidor no dia 10 pela manhã”, justificou o titular da Sefaz. Ele explicou que a folha de pagamento dos servidores públicos consomem quase R$ 427 milhões. Desse montante, apenas os cerca de R$ 145 milhões destinados aos aposentados e pensionistas estão garantidos

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