TAQUES DISCUTE USO DO FETHAB: “NENHUMA MEDIDA SERá IMPOSTA”
06.06.2017

O governador Pedro Taques (PSDB) afirmou que não irá impor qualquer medida quanto ao uso do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) como forma de socorrer a saúde pública do Estado.

 

Na manhã desta terça-feira (6), Taques voltou a tratar do assunto em uma reunião com representantes do setor produtivo e que são membros do Conselho Gestor do Fethab.

 

Algumas propostas estão sendo analisadas, como o uso de recursos do Fethab Commodities ou ainda do Fethab Diesel. Esta última medida, por exemplo, no repasse de 75% do que é arrecadado para a saúde do Estado e 25% do montante para a saúde dos municípios.

 

Acredito que podemos chegar a um consenso. Isso faz parte da minha função. Cada um terá que dar uma parcela de contribuição. Acredito nisso, estamos construindo essa saída

“Eu não tenho a solução, porque senão eu já estaria impondo. Isso eu não vou fazer. Vamos conversar com todos, como já estamos fazendo”, disse Taques, ao ser questionado sobre o cenário mais viável hoje para resolver a crise na Saúde.

 

“Estamos conversando, vamos fazer um evento com todos os Poderes. Não tomarei nenhuma decisão sem que nós todos possamos conversar. Vou reunir Poderes, Assembleia, Municípios, vereadores, o setor produtivo, para que possamos conversar sobre esse momento que vive o Estado de Mato Grosso”, afirmou o governador, após a reunião realizada no Palácio Paiaguás.

 

Na ocasião, Taques disse ainda que acredita na possibilidade de uma solução em comum acordo com todos os envolvidos nas discussões, mesmo com críticas sobre o uso do Fethab na Saúde, especialmente por parte de prefeitos e membros do setor produtivo.

 

“Acredito que podemos chegar a um consenso. Isso faz parte da minha função. Cada um terá que dar uma parcela de contribuição. Acredito nisso, estamos construindo essa saída”, disse ele.

 

O governador, contudo, não quis dar quaisquer detalhes sobre as propostas que vêm sendo debatidas.

 

“Não existe nada decidido a respeito de aumentar absolutamente nada. Estamos conversando com todos para construir essa saída. Uma saída comum, que não é só do Poder Executivo, é uma saída da sociedade mato-grossense”, disse.

 

“O consenso até agora é de que não existe um consenso. Estamos discutindo com todos os setores. Não existe um só remédio para resolver tudo isso. Precisamos cortar gastos, encontrar dinheiro novo. Isso que estamos batendo. Não existe ainda nenhuma decisão tomada”, concluiu Taques.

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