LíDER NEGA NOVA PROPOSTA E DIZ QUE ADIANTAR PARCELAS é IMPOSSíVEL
12.06.2017

O líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Dilmar Dal’Bosco (DEM), afirmou que o Executivo não deve apresentar uma nova proposta de pagamento dos 6,58% da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos.

 

O Fórum Sindical – que representa o funcionalismo do Estado – aguarda para esta terça-feira (13) uma resposta do governador Pedro Taques (PSDB) sobre a possibilidade de adiantar o pagamento para este ano.

 

“O governador já apresentou a proposta do Governo. A proposta está bem elaborada. Não tem outra proposta. Não temos condições de fazer, hoje, qualquer tipo de mudança. Até porque estamos atrás de dinheiro novo para tentar salvar a saúde pública. Então, dificilmente se altera alguma coisa”, disse Dilmar, durante evento no Palácio Paiaguás, na manhã desta segunda-feira (12).

 

O governador já apresentou a proposta do governo. A proposta está bem elaborada. Não tem outra proposta

Pela proposta apresentada, Taques pagaria a RGA em janeiro, abril e setembro de 2018. Seriam duas parcelas de 2,15% e uma de 2,14%. Entretanto, os sindicalistas querem que o Governo pague a reposição inflacionária dentro do exercício fiscal deste ano.

 

“Temos ainda, para este ano, que contemplar os 3,92% do ano passado. Estamos com dificuldade de caixa. Dificilmente vai ter alteração. Só se o governador quiser, mas o acompanhei a semana toda e não teve nenhuma alteração ou outra proposta”, afirmou.

 

Sem adiantamento

 

O adiantamento das parcelas teve apoio do colega de Dilmar, deputado José Domingos Fraga (PSD). Ele propôs que o Governo pague as parcelas nos meses de setembro e dezembro de 2017 e maio de 2018.

 

Para o líder, é praticamente impossível adiantar as parcelas, justamente por conta da crise de caixa do Executivo.

 

Ao todo, o pagamento da RGA custará quase R$ 500 milhões ao ano.

 

“É quase impossível. Estamos com problema de frustração de receita. Estamos com queda de receita, seja o repasse do Governo Federal ou arrecadação no próprio Estado. Estamos com dificuldade de arrecadar nossas cargas tributárias. Nossa maior fatia é o ICMS e estamos com dificuldade. Então, é muito difícil adiantar as parcelas”, completou.

COMENTÁRIOS

*** **  ***


VÍDEOS

      
BUSCA:
© Copyright 2014 A Notícias - Política de Privacidade