​NOLASCO AFIRMA QUE NãO FICOU “PARADO” ENQUANTO MP PEDIA SEU AFASTAMENTO
29.06.2017

Alvo do Ministério Público em um pedido de afastamento do cargo de presidente do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), Guilherme Nolasco garante que não deixou Estado a mercê da extração ilegal de madeira e alega só não ter cumprido decisão lei por devido a problemas financeiros e burocracia.


“O Ministério Público está em seu direito, mas, enquanto isso, nós não estamos parados. Foi iniciada uma fiscalização volante correndo desde o dia 20 de junho, finalizando hoje, dia 29, pelo Sul do Estado. Os agentes do Indea estão na estrada, em conjunto com a Sema e Polícia Rodoviária Federal, executando a atividade da fiscalização sobre as cargas de madeira. O Estado não esta a mercê, não está aberto”, afirmou Nolasco.

O Ministério Público ingressou com pedido, na Vara Especializada de Meio Ambiente, para afastar Guilherme Nolasco por ele descumprir uma decisão judicial que obriga o Indea a cumprir a lei estadual 235/2005, que insitui a exigência da apresentação do Certificados de Identificação de Madeira (CIM) para transporte interestadual de produtos florestais extraídos no território mato-grossense.

A mesma decisão, de abril de 2017, ainda instituiu uma multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento, além do ressarcimento dos danos causados ao meio ambiente, em razão da desídia da Administração estadual. O Indeia solicitou a Justiça que essa multa seja desconiderada.

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