GOVERNO ANUNCIA ACORDO COM FóRUM SINDICAL COM PROPOSTA “MEIO TERMO” PARA RGA
20.06.2017

O Governo do Estado anunciou ter chegado a um acordo com o Fórum Sindical dos servidores estaduais sobre o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) de 2017, em reunião realizada na tarde desta terça-feira (20), no Palácio Paiaguás. O acordo é uma espécie de meio termo entre a proposta inicial de ambos os lados. Enquanto os servidores queriam o pagamento integral e imediato de 6,54%, o Executivo queria parcelar o reajuste em três vezes a partir de janeiro de 2018.


De acordo com comunicado do Gabinete de Comunicação, ficou acertado os percentuais de reajuste subiram. Inicialmente, o Governo pagaria duas prestações de 2,15% e um de 2,14%. Agora, serão duas de 2,19% e uma de 2,20%. A primeira parcela, que seria paga em janeiro de 2018, foi adiantada para dezembro de 2017.

Além disso, para conseguir o acordo, o Governo também elevou a último reajuste da RGA de 2016, que será paga em junho, de 1,74% para 1,96%. Agora, espera-se que o projeto de lei seja enviado em breve e aprovado sem problema na Assembleia Legislativa.

Ao término da reunião, os servidores realizam uma assembleia geral unificada em frente ao Palácio Paiaguás, para retificar o acordo pela maioria dos servidores. Com isso, fica evitada uma greve geral, ao contrário do que aconteceu em 2016.

“Estamos satisfeitos com o resultado dessas reuniões porque a única questão que ficou pendente é a forma de pagamento das perdas salariais em razão do escalonamento dos RGAs e tenho certeza de que na próxima semana vamos fechar isso com o Fórum Sindical”, afirmou o secretário-chefe da Casa Civil, José Adolpho Vieira.

2018

O Governo e o Fórum Sindical também deixaram encaminhadas as negociações para o próximo ano. A RGA de 2018 estimada pelo Governo em 4,19% será paga em duas parcelas no próximo ano. A primeira, de 2%, em outubro e a segunda, de 2,19%, em dezembro. Pela proposta anterior apresentada pelo Executivo, as parcelas seriam pagas em janeiro e março de 2019.

O Governo do Estado também garantiu manter os 4,19% mesmo que a inflação do período fique abaixo desse percentual. No caso inverso, será acrescida a diferença.

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