EMANUEL MUDA POSICIONAMENTO E SE COLOCA CONTRA USO DE DINHEIRO DE EQUIPAMENTOS DO PS PARA PAGAR DíVIDAS DO GOVERNO
28.06.2017

Para evitar a inauguração de um prédio vazio, o prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB) se posicionou contra o pedido do governador Pedro Taques (PSDB) para alterar a destinação da emenda da bancada federal de R$ 82 milhões, originalmente pensada para equipar o novo Pronto-Socorro de Cuiabá. A pedido de Taques, a bancada federal de Mato Grosso mudaria a destinação do recurso para ajudar o Governo do Estado a quitar parte das dívidas acumuladas na saúde estadual.


“Para não correr risco, para evitar uma situação instável lá na frente, até porque há uma previsão nossa de entregar o novo Pronto-Socorro no dia 08 de abril, ou seja, no aniversário de 299 anos de Cuiabá, então tem que entregar a obra toda equipada. Não tem sentido entregar só o prédio, a obra física. Então a posição do prefeito é que se mantenha a emenda original, os R$ 82 milhões para equipar o novo Pronto-Socorro”, afirmou Emanuel Pinheiro na manhã desta quarta-feira (28).

A atual posição de Emanuel Pinheiro é diferente de 20 dias atrás, quando o prefeito, por meio de sua assessoria de imprensa, afirmou que aceitaria a alteração da destinação da emenda desde que parte dos recursos fossem usados para quitar dívidas do Governo com Cuiabá.

Contudo, Pinheiro vislumbra que o Governo do Estado terá dificuldade de garantir recursos para equipar o novo Pronto-Socorro sem essa emenda da bancada federal. “O recurso é uma emenda da bancada federal para equipar o novo Pronto-Socorro. Temos que garantir essa previsão. Ou seja, temos que garantir a emenda de R$ 82 milhões destinados ao Estado para licitar o equipamento do novo Pronto-Socorro de Cuiabá. Não pode ser diferente disso”.

Por enquanto, a bancada federal de Mato Grosso espera documento do Governo do Estado sobre as contas da saúde para decidir se irá alterar a destinação da emenda. Os deputados federais Adilton Sachetti (PSB), Carlos Bezerra (PMDB), Ezequiel Fonseca (PP), Fabio Garcia (PSB), Nilson Leitão (PSDB), Ságuas Moraes (PT), Valtenir Pereira (PSB) e Victório Galli (PSC) , e o senadores Cidinho Santos (PR), José Mederos (PSD) e Wellington Fagundes (PR) ainda se mantêm divididos sobre o assunto.

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