CIDINHO NãO QUER PARTICIPAR DO "PLANO DE EMERGêNCIA" DO PR
19.05.2014

Cogitado como a segunda via para o PR, depois da “rejeição” da sigla por partidos de oposição, o senador em exercício Cidinho dos Santos descarta a possibilidade de ser candidato ao comando do Paiaguás. O suplente do senador Blairo Maggi passou a ser cotado na semana passada para a formação de "plano emergencial" na disputa.

Cidinho Santos, ex-prefeito de Nortelândia e ex-presidente da AMM (Associação Mato-grossense dos Municípios, confirma que houve o assédio da legenda para ele recuar e assumir a candidatura, mas ressalta que não está mais disposto a encarar o pleito. O republicano chegou a colocar seu nome para a disputa e, com isso, participaria de uma pesquisa para ajudar a definir o candidato da base aliada. Seu principal incentivador foi o próprio senador Maggi.

Mayke Toscano/Hipernotícias

Cidinho Santos, que ocupa vaga de Blairo Maggi, em licença para assuntos particulares, descarta participar da via alternativa

Em sua articulação, Cidinho conquistou o apoio de diversos prefeitos, ex-prefeitos e vices para a sua candidatura. Mas, em março, resolveu recuar e não participar do pleito para comandar o Palácio Paiaguás.

Tal como Maggi, Cidinho tem se distanciado das articulações partidárias do PR no Estado. O republicano diz que deve seguir o que a sigla decidir. No entanto, afirma que seria importante que a legenda mantivesse a coerência na disputa, ou seja, continuar na base aliada.

Ainda que tenha o posicionamento mais conservador quanto à migração para a oposição, pondera que vai seguir a decisão do partido.

A candidatura de Cidinho passou a ser vista na semana passada pelos republicanos como a solução diante do impasse que a sigla se meteu. Não quer caminhar com a situação e não é bem-vinda na oposição.

Cogitavam essa seria a melhor forma para colocar Maggi na disputa. Acreditavam que se a candidatura de Cidinho não decolasse, o senador Blairo Maggi entraria no páreo aos 45 do segundo tempo. Uma vez, que a legislação permite a troca dos candidatos.

DILMA
Conforme Cidinho, em algumas conversas mantidas com a presidente Dilma Rousseff (PT), ela deixou o PR à vontade para decidir como vai caminhar nas eleições deste ano. Conta que não houve nenhuma imposição.

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