PREFERIDO DO AGRONEGóCIO, DEPUTADO DIZ SER CEDO PARA DISCUTIR ELEIçõES
21.08.2017

Apesar de afirmar que a prioridade do grupo é a reeleição do governador Pedro Taques (PSDB), o deputado federal Adilton Sachetti (PSB) não descartou a possibilidade de disputar o principal cargo do Estado nas eleições de 2018. O nome do parlamentar é um dos citados nos bastidores para a disputa no governo do Estado, principalmente por conta de sua proximidade com o segmento do agronegócio.  

No mês de julho o site nacional O Antagonista publicou uma previsão do grupo político do setor agropecuário de lançar o deputado Sachetti para o governo do Estado. Isso com o apoio “incondicional” do amigo e ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP). 

“Eu não vou dizer dessa agua não beberei. Eu nunca parei para discutir futuro e a gente erra quando sai para discutir nomes antes de ver o trabalho. Temos grandes nomes, mas tem que ver se esses nomes ‘postos’ estão sendo apresentados e outra se poderá disputar”, avaliou Sachetti em entrevista a Rádio Capital FM. 

Sachetti destacou que, que até as eleições, o cenário político e econômico pode sofrer muitas mudanças. “A política é tão dinâmica que não da para dizer que não vai ser alguma coisa. Não sabemos nem como vai estar o Brasil até lá”, disse.

O deputado federal colocou que sua prioridade, neste momento, é discutir a saída de seu grupo político do PSB. Ele confirmou que a tendência é de que boa parte dos deputados do partido, assim como prefeitos e vereadores, se filiem ao Democratas. “Com certeza isso terá influência no quadro de 2018.Por isso digo que devemos discutir a eleição mais para frente”.

Sobre a gestão do governador Pedro Taques, o ainda socialista considerou o cenário de crise econômica que todos os entes da federação passa. “Pedro Taques passa por dificuldades, o Estado também passa. Mas não é hora de avaliação, falta um ano ainda e por isso é preciso aguardar. A equipe do Pedro está fazendo a parte dela, vejo um governo sério e a dificuldade que ele está passando todos os governadores do país também passam. Eu vejo que nenhum governador será bem avaliado para as próximas eleições, por conta das dificuldades que estão enfrentando.”, pontuou.

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