POLíCIA FEDERAL DIZ QUE CUIABANA FOI ENCONTRADA COM VIDA NA SíRIA
04.12.2017

A Polícia Federal de Mato Grosso informou que a funcionária da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Juliana Cruz, foi encontrada com vida. 

 

A informação foi repassada às autoridades pela Embaixada do Brasil, em Damasco, capital da Síria.

 

Entretanto, a PF não foi informada sobre o local e em que situação se encontra a servidora.

 

Juliana viajou para Síria no dia 14 de novembro, para se encontrar com um homem que conheceu pela internet. E, após dois dias, não manteve mais contato com a família.

 

À reportagem, o Ministério das Relações Exteriores informou que a instituição não está autorizada a repassar informações à imprensa. Contudo, está a par do caso. 

 

“De acordo com a Lei de Acesso à informação e em respeito à privacidade da nacional brasileira, esta assessoria não está autorizada a fornecer informações pessoais sobre o caso”, diz nota do Itamaraty.

 

O ministerio informa, ainda, que o consulado local “acompanha o caso de Juliana com a embaixada e a família brasileira”.

 

O responsável pelas investigações é o delegado Murilo Almeida Gimenes, do Núcleo de Inteligência da Polícia Federal.

 

O caso

 

A auxiliar administrativa da AMM, Juliana Cruz, viajou para a Síria no dia 14 de novembro.

 

Às 3h30 [horário de Cuiabá], ela um "check in" no Facebook, informando que estava no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

 

No mesmo dia, às 8h54, a garota fez outro "check in", dizendo que estava saindo com destino a Istambul, maior cidade da Turquia.

 

Lá, possivelmente faria uma conexão e iria para a capital da Síria, Damasco.

 

De acordo com informações, Juliana desembarcou em solo sírio no dia 15 de novembro e entrou em contato, várias vezes, com a família.

 

Mas, dois dias após a chegada, a mãe não conseguiu mais falar com a filha. 

 

Um boletim de ocorrência foi registrado no dia 29 de novembro, já que a jovem não retornou para o Brasil, como prometido.

 

A AMM informou que, para auxiliar as investigações, o notebook que era utilizado pela funcionária foi cedido para que a Polícia Federal possa extrair informações sobre o paradeiro da moça.

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