DEPUTADO APOSTA QUE MAURO, WELLINGTON E JAIME NãO TERãO CORAGEM DE ENFRENTAR TAQUES
08.02.2018

O deputado estadual Gilmar Fabris (PSD) adiantou que o PSD irá mesmo apoiar a candidatura a reeleição do governador Pedro Taques (PSDB). O parlamentar também fez um desafio e "apostou" que o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes, o senador Wellington Fagundes (PR) e o ex-senador Jayme Campos (DEM) não serão candidatos ao Governo do Estado.

Fabris afirmou que não vê adversários com potencial para enfrentar o governador tucano nas eleições de outubro e criticou a falta de definição dos nomes que sinalizam que podem ser candidatos, mas que não passam das especulações.“Quem que é Wellington? Ele é candidato? Quer apostar comigo que ele não é candidato? Aposto cinco meu contra um seu, que ele não é candidato. É cheio de cara que fala que vai ser. Quem quer ser candidato de verdade, fala que é candidato contra Pedro, Mané, José e pede o apoio, dizendo que o discurso é de oposição. Wellington é meu irmão, meu amigo, e eu aposto que ele não é candidato. E aposto que o Mauro Mendes também não será”, cravou Fabris.

O deputado afirmou que não acredita em um nome forte, além do governador Pedro Taques. Ele afirmou que candidaturas especuladas como a do conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado, Antônio Joaquim, entre outros nomes, não agregam nada na corrida eleitoral. “Eu queria conhecer quem vai ser candidato. Agora apareceu o Percival Muniz. Quero conhecer o cara que vai pegar a pasta dele e falar que vai rodar Mato Grosso, e que com apoio de A ou B está dentro. Sou de uma época que era assim que se fazia política. Todo mundo lançava e estava lançado. E era candidato, às vezes até sabendo que ia perder. Mas não corriam da raia. Não estou vendo mais isso”, pontuou.

Segundo Fabris, uma possível candidatura de Jayme Campos, caso fosse possível, já teria sido anunciada pelo ex-senador. O democrata afirmou que irá se desincompatibilizar do cargo de secretário de Projetos Estratégicos.

Uma das hipóteses é a de que ele se candidate ao Governo do Estado para poder dar palanque a uma possível candidatura do deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ) a presidência da República, que Gilmar também aposta que não se confirmará. “Se o Jayme fosse candidato, já teria falado. Essa coisa de esperar definição do partido. Ele é mais forte onde for. Ele cata todo mundo do DEM e leva junto. O pessoal fala da executiva nacional. Ela não manda nada aqui. Rodrigo Maia nem vai ser candidato. Quer apostar também? Não que não mereça. É jovem, ainda está na fila, precisa pegar envergadura. Não é assim. Lá está cheio de raposa. No meu entender, Jayme passa pelo momento mais sublime de sua vida política. Não tem desgaste e é muito forte eleitoralmente. Se ele sair do DEM, no dia seguinte a sigla esvazia. Os nomes são maiores do que os partidos. Ninguém fala que o PSDB vai lançar o Taques. Falam do Taques, independente do PSDB”, explica.

PSD E NEURILAN

Gilmar Fabris também ressaltou que o PSD deve se consolidar na base de apoio do governador Pedro Taques na corrida eleitoral de 2018. Ele afirmou que o partido está na condição de vice do Governo com Carlos Fávaro, o que também coloca a sigla como responsável em acertos e erros cometidos pelo executivo nos últimos três anos. O parlamentar também afirmou que críticas pontuais de integrantes do PSD devem ser colocados como opiniões pessoais, como é o caso do presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios, o ex-prefeito de Nortelândia, Neurilan Fraga (PSD), um dos maiores críticos de Pedro Taques.

Fabris também refutou qualquer possibilidade de que nomes saiam do partido em uma debandada para a oposição. “Com todo respeito que tenho ao Neurilan, que é meu amigo e gosto dele, mas toda hora que se fala de PSD, tem o nome dele aquilo. Por favor. O PSD tem aqui cinco, seis deputados, vice-governador e diversos prefeitos e vereadores. Acho que o Neurilan construiu um discurso e é um dos membros respeitados dentro do partido, mas é apenas um. Nosso partido, hoje, é vice do governo. Estivemos juntos nos acertos e nos erros. Querem repetir a dose. Todas as vezes que conversei com o vice-governador, a conversa foi no tom de apoiar o governo e nunca escutei nada de debandada ou coisa parecida. E outra coisa. Debandar para que lado?”, completou.

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