ESTADO PODE AUMENTAR ALíQUOTA; SERVIDORES COBRAM COMPROMISSO
13.03.2018

O servidor da Área Meio do Poder Executivo, Luiz Cláudio, deve tomar posse como representante dos servidores do Poder Executivo no Conselho Deliberativo do MT Prev em solenidade desta terça-feira (13), as 14h30, no auditório Garcia Neto, localizado no Palácio Paiaguás, em Cuiabá. Luiz substitui o coronel Rondon, da Polícia Militar, como representante dos servidores do Poder Executivo.

O mandato no cargo é de dois anos.  Porém, o encontro também deverá ser utilizado pelo funcionalismo para debater pautas de interesse dos trabalhadores.

Ao FOLHAMAX, o presidente do Sindicato dos Profissionais de Carreira da Área Meio do Poder Executivo do Estado de Mato Grosso (Sinpaig-MT), Edmundo Cesar Leite, disse que os servidores devem discutir um possível aumento de contribuição para o custeio administrativo do MT Prev. “Hoje será a reunião do novo conselho deliberativo do MT Prev. Mas também pretendemos discutir o aumento de alíquota de contribuição dos servidores. Porém, ainda não sabemos se trata da composição do Fundo de aposentadoria ou se é de seu custeio administrativo”, disse Edmundo.

O Fórum Sindical havia convocado uma reunião na manhã desta mesma terça-feira para debater o aumento de alíquota de contribuição dos servidores sobre seus salários de 11% para 14% para composição do MT Prev, além da apresentação de uma proposta de reestruturação do MT Saúde, o plano de assistência a saúde dos servidores. Porém, o presidente do Sinpaig-MT afirmou que as pautas serão debatidas numa próxima oportunidade.

A convocação para debater aumento da alíquota previdenciária dos servidores causou “surpresa” por parte dos sindicalistas. Os servidores se queixam de que o Governo do Estado firmou um compromisso de que o aumento da alíquota não ocorreria antes do pagamento da Revisão Geral Anual (RGA). 

O acordo foi costurado na ocasião da aprovação da Lei de Teto de Gastos, proposta pelo Poder Executivo e aprovada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT) em novembro de 2017. O Fórum Sindical disse que estará presente na reunião, e que se posiciona contra a medida. “Por tais razões o Fórum Sindical estará presente na data da referida reunião e já solicitou seu adiamento, tendo em vista essas e outras razões expostas. Os Sindicatos sugerirão à suas bases a se fazerem presentes numa vigília contra tal possibilidade”, disse.

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