MAURO DIZ QUE TAQUES ESTá DESORIENTADO
21.06.2018

Ex-prefeito e pré-candidato ao governo do Estado, Mauro Mendes (DEM) ironizou as críticas que vem recebendo por parte do governador de Mato Grosso, Pedro Taques (PSDB) e seus aliados. Segundo Mendes, suas qualidades "desapareceram" após admitir que pretende disputar o Palácio Paiaguás. "Até poucos dias atrás eu era esperado pelo partido [PSDB] para subir no palanque, pra apoiar. Era citado para ser vice, era citado para ser candidato ao Senado. Enfim, tinha muitas qualidades", disse o ex-aliado de Taques.

Mauro Mendes também lamentou as acusações do governador em relação a recuperação judicial de suas empresas. Para o democrata, Taques estaria sofrendo algum tipo de desencontro de informações. "Ou ele está um pouco desorientado", disse. "Porque ele fala de números de três anos atrás. A minha empresa entrou em recuperação há três anos atrás e ela tinha uma dívida que foi declarada. E de lá pra cá, quantos nós já pagamos? Então ele tinha que atualizar as suas informações, no mínimo, para mostrar um pouquinho de coerência e fazer algum tipo de crítica", completa.

Mendes acredita que os ataques de Taques, seria por que o governador não teria tanta coisa para mostrar, como obras e realizações. "É absolutamente lamentável, é deplorável, que nós iniciemos um processo neste nível. E eu não vou me rebaixar a este nível. E sendo candidato, porque estamos construindo para ser candidato, nós iremos debater Mato Grosso, os seus problemas, e são muitos", afirma.

Mendes questiona os quase quatro anos de gestão sem ter feito com que as obras do Veículo leve sobre Trilhos (VLT) não tenha, sido retomadas, o Hospital Universitário e o Rodoanel, que segundo Mendes, já estão em caixa mais de R$ 180 milhões para as obras. "Eu citei essas duas obras, com dinheiro na conta e e nenhuma delas andou um centímetro. É iso que temos que debater", contesta.

Mauro Mendes e Pedro Taques estão trocando farpas e acusações nas duas últimas semanas, seja para imprensa ou para aliados. Quando o DEM definiu a construção de candidatura própria, para o governo e senado, Taques avisou que a partir daquele momento ele "não apanharia sozinho", partindo assim para o "bateu-levou".

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