TAQUES CHAMA MAURO DE "VAIDOSO" E DENUNCIA "JOGADINHA" DE ADVERSáRIOS EM MT
22.06.2018

O governador Pedro Taques (PSDB) insinuou que prováveis adversários na disputa ao Governo do Estado, o ex-prefeito Mauro Mendes (DEM) e o senador Wellington Fagundes (PR), teriam um acordo para atacá-lo no período de pré-campanha. Ele também revelou que nunca convidou o empresário para ser o vice em sua chapa para a reeleição por conta da "vaidade" do empresário. “Não quero debater Mauro Mendes. Se ele entender por bem que tem que ser candidato, a democracia exige que nós tenhamos candidatos. Aliás, eu nunca chamei Mauro Mendes para ser vice, até porque a vaidade dele não permitiria isso”, disse o tucano em entrevista ao Jornal do Meio Dia (TV Vila Real). 

Taques afirmou ainda que estranha o fato de que sofrer ataques tanto de Mauro, quanto de Wellington Fagundes, também pré-candidato ao Governo do Estado. O tucano lembrou que um não ataca ao outro. “O que é engraçado é que batem em mim o dia inteiro. Me parece que tem uma jogadinha entre os outros dois pré-candidatos. Me chamam de incompetente e me chamaram até de troço, um dia desses”, afirmou.

Na sequência, Taques afirmou que não aceitará provocação, mas disse que não irá fazer política de ‘bateu levou’. O governador também ironizou, dizendo que ele ‘prestava’ para o ex-prefeito até o final do ano passado.

BÍBLIA

O governador recorreu a trechos da Bíblia para cutucar os dois prováveis adversário. “Todos os dias eu apanho. Até Jesus Cristo, quando entrou no templo e expulsou os vendilhões, não aceitou este tipo de provocação. Batem, e escondem a mão. Não vou fazer política de bateu e levou, mas não vou ser esculhambado, como tem sido feito nestes últimos três anos. Até 2017, eu prestava e agora não presto mais”, pontuou.

Taques finalizou reafirmando que muitas das críticas que sofre são feitas por pessoas que, segundo ele, queriam interferir em seu governo, inclusive na tentativa de nomear pessoas a cargos dentro do Estado. “Eu sou criticado por alguns milionários que entendiam que mandavam em mim e queriam nomear todas as pessoas e conduzir políticas que eu não concordo. Não daria e não darei abertura para estas pessoas”, completou.

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