FAGUNDES AFIRMA QUE GOVERNO TAQUES é SUSTENTADO NA AL PELA MESMA BASE DE SILVAL
25.06.2018

O senador Wellington Fagundes (PR), pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, rebateu as declarações do governador Pedro Taques (PSDB), que afirmou que ele nomearia pessoas ligadas à Silval Barbosa em seu Governo, caso seja eleito. “No governo do Pedro [Taques] também tem gente que estava com o Silval”, afirmou, citando o deputado estadual Max Russi (PSB) como exemplo. O senador avaliou, ainda, que a tentativa de Taques de associá-lo à Silval não deve pesar em sua campanha, mesmo tendo firmado aliança com o MDB.

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“No governo do Pedro também tem gente que estava com o Silval. Eu posso dizer com tranquilidade porque tenho uma boa relação com ele, o Max [Russi] não está lá com ele? Ele era da nossa aliança, assim como outros tantos deputados. A base que lhe dá hoje sustentação na Assembleia é exatamente a mesma que deu ao governo passado, por que agora é diferente?”, questionou Wellington Fagundes, nesta segunda-feira (25), após evento de lançamento da pré-candidatura do ex-ministro de Fazenda à presidência, Henrique Meirelles, em Cuiabá.

Na semana passada, em entrevista à reportagem do Olhar Direto, Fagundes havia declarado que as acusações de Pedro Taques se tratavam de “desespero”, pois segundo ele o governador já estaria se conformando de que, em suas palavras, irá perder as eleições.

“Recebo os ataques [do governador Pedro Taques] com entusiasmo. Porque ele já viu as pesquisas. E as pesquisas mostram que Wellington ganha no segundo turno de Pedro Taques, de Mauro Mendes ou do Procurador Mauro. Então está tendo um reconhecimento de que nós provavelmente venceremos as eleições”, disse, evitando aumentar ainda mais a polêmica.

O pré-candidato do PR está disposto a sofrer o açoite sem reagir. “Não vou bater. Eu quero levar! Não quero bater! Eu sou um homem de luta. Não sou um homem de briga. E é no embate com novas idéias, pensando no coletivo é que será a marca da nossa campanha”, observou.

“É esse sectarismo o grande problema, a grande falta de gestão no governo do Pedro. Ele excluiu setores da sociedade, classe política e agora está lá”, acrescentou, nesta segunda-feira.

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