DEM DESCARTA INTERFERIR E DIZ QUE VICE SERá
03.07.2018

O ex-governador Júlio Campos (DEM) afirmou, no último sábado (30), que o ex-prefeito de Cuiabá e pré-candidato ao governo do Estado, Mauro Mendes, “tem total liberdade” de escolher quem irá compor sua chapa na condição de vice. Porém, Júlio destaca que este candidato tem que ter “base política, estrutura e votos”.

Entre os nomes estudados para composição estão do ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT), do deputado federal, Adilton Sachetti (PRB), e do ex-deputado Roberto Donner (PSD). Júlio reconhece que Pivetta tem “80% de chances” de ser o companheiro de chapa de Mauro, por ter abrido mão do projeto partidário de candidato ao governo, para apoiar o democrata.

“Caberá a ele (Mauro) escolher. Entre as várias opções, ver quem ele prefere, e quem somaria mais em termos de votos, de estrutura de campanha na chapa de governador. O PDT foi o primeiro partido que comunicou que caso Mauro fosse candidato eles abririam mão do projeto próprio”, revela Campos.

Já em relação à escolha do suplente na chapa em que seu irmão, Jaime Campos (DEM), buscará uma vaga ao Senado, ele pontua que essa será uma escolha do partido, que ainda está sendo estudada. Para ele, a sigla precisa avaliar um candidato com votos, para que a majoritária seja forte em todos os quesitos e tenha viabilidade para vencer as eleição. 

O democrata explica que escolha do DEM por uma candidatura própria ao Governo ocorre por conta das novas propostas de avanço para o estado. Por isso, ele justifica que não existe possibilidade de composição com a base do governador Pedro Taques (PSDB) nem para apoiar sua reeleição, nem para composição de um tucano como vice de Mendes. 

“Em 2014, nós o apoiamos oficialmente, fizemos campanha, ajudamos politicamente, revertemos a situação dele em Várzea Grande. Jaime Campos coordenou comitê politico de apoio e dando a vitória para ele. Além disso, coloquei meu filho, Júlio Neto, candidato a deputado estadual para fazer com que ele ganhasse as eleições em Várzea Grande e não pedimos nada, pedimos que o partido tivesse participação no governo , infelizmente não tivemos, mas ajudamos o governo ate início do ano. Mas agora temos nosso projeto próprio”, frisou.

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