PRESIDENTE DA AL Vê CENáRIO INDEFINIDO E PREVê
16.07.2018

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Eduardo Botelho (DEM), classificou como totalmente indefinidas as articulações para formação de chapas para as eleições deste ano. De acordo com o deputado, as maiores indefinições neste momento são a situação do MDB e a do pré-candidato ao Senado, o deputado federal Adilton Sachetti (PRB).

Nos últimos dias, duas reviravoltas mudaram totalmente o rumo das conversas entre os partidos. A chapa do Democratas, que lançará o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (DEM), ao Governo do Estado, teria Sachetti ao lado de Jayme Campos (DEM), como postulantes ao Senado, além do ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT), na condição de candidato a vice-governador.

Sachetti teria sido preterido para dar lugar ao ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD). A situação do MDB, que era dado como certo na chapa do senador Wellington Fagundes (PR), também passou a ser uma incógnita, já que o partido pode acabar na chapa de Mauro Mendes.

O presidente da ALMT chegou até mesmo a ironizar a situação. “Vamos aguardar qual vai ser a formação. A grande indefinição agora é o MDB e onde ele estará, se com o Mauro ou o Wellington. Daqui a pouco pode estar até com o Pedro Taques. Do jeito que estão as coisas na mesa, cada hora de um lado. Tem também o Sachetti, que era dado como certo no Democratas, e agora, pode estar com o Wellington ou Pedro. Temos que aguardar as definições partidárias”, avaliou Botelho em entrevista ao Jornal do Meio Dia (TV Vila Real).

O parlamentar afirmou que neste momento é preciso ter cautela e serenidade. Segundo ele, este tipo de situação pode acabar resultando em uma campanha com menos ataques, já que ainda não há nada definido e todos podem se tornar adversários ou aliados no pleito deste ano. “Temos que levar com serenidade e tranquilidade. Os partidos agora estão trabalhando neste afã de adquirir apoio e encorpar para a eleição. Ninguém sabe nada até agora. De repente o Sachetti pode estar junto com o governador, a Selma com o Wellington Fagundes. Ninguém pode falar de ninguém. Se um diz que pode estar com outro, não pode fazer uma campanha acusando esse ou aquele”.

CONDUTA COM TAQUES

Botelho também comentou a sua postura em relação ao governador, de quem foi um grande aliado por todo o mandato. Recentemente, o presidente da ALMT fez críticas ao chefe do executivo estadual, mas destacou que o faz enquanto candidato e não como parlamentar ou chefe do legislativo.

“Temos que separar as coisas. O candidato à reeleição Eduardo Botelho, o partido e o parlamento. Eu sou o presidente e preciso manter uma neutralidade e uma situação de governabilidade. Não podemos misturar as coisas. Dentro da política na eleição, fazendo campanha, onde não usarei a ALMT e o parlamento, aí evidentemente tenho um candidato que será o do DEM, respeitando o pacto que tenho com o governador, de não fazer acusações, ou algo agressivo”

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