“MT NãO QUER MAIS UM GOVERNO DE RAIVA, RANCOR E DISCRIMINAçãO”, DISPARA FAGUNDES PARA CONTRAPOR TAQUES
16.07.2018

O estilo quase tibetano do senador Wellington Fagundes (PR), pré-candidato ao governo de Mato Grosso, foi deixado de lado. Ele partiu para o ataque contra o governador José Pedro Taques (PSDB), em resposta às críticas que vem recebendo. Fagundes interpreta que partem do grupo de Taques os boatos e memes das redes sociais que o colocam fora do páreo na briga pelo Palácio Paiaguás, em 2018.
 
O pré-candidato a governador pelo PR entende que Taques implantou um clima de terror e discriminação no governo do Estado. “Mato Grosso não poder ficar num governo de raiva, um governo de rancor, um governo de discriminação. Isso não pode acontecer. Isso atrapalha Mato Grosso.”, observou Fagundes, durante lançamento da pré-candidatura da professora Maria Lúcia Cavalli Neder (PCdoB), para o Senado.

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O pré-candidato a governador pelo PR assegura que, para reunificar o Estado, há necessidade de um estilo conciliador. “É por isso que Wellington Fagundes diz buscar fazer uma ampla coligação. “Vamos fazer a coligação mais ampla possível, para caminharmos de mãos dadas. O governador tem que ser alguém que esteja disposto a ser conciliador”, ponderou Wellington.
  
“É essencial ter bom senso. Vejam o caso dos recursos alocados para a construção da Cidade da Saúde, em nova área [depois do Parque Cuiabá], em convênio com governo de Mato Grosso. São mais de R$ 80 milhões, em conta, e o governo não consegue nem fazer a licitação”, disse ele, para a reportagem do Olhar Direto.
 
O pré-candidato a governador cita também os mais R$ 100 milhões para o contorno rodoviário. “Podemos avançar neste estado e fazer com que a burocracia seja reduzida. Mais de R$ 100 milhões do contorno rodoviário, parados no DNIT, que está pronto para liberar. Por isso, Mato Grosso necessita de um governador que tenha competência, experiência e que tenha condições de ajudar o Estado a aplicar melhor os recursos”, emendou Fagundes.
 
A assessoria do atual governador não quis responder a Fagundes, pela reportagem do Olhar Direto. Pedro Taques considerou “divagações de candidato” e não se sentiu atingido pelas insinuações de Wellington.

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