TAQUES IRONIZA: "MAURO Já CONSEGUIU APOSENTAR 2 JUíZES POR FRAUDE"
12.07.2018

O governador Pedro Taques (PSDB) ironizou as acusações que pesam sobre o ex-prefeito Mauro Mendes (DEM), pré-candidato ao Palácio Paiaguás, de supostas fraudes em leilões judiciais na Justiça do Trabalho de Mato Grosso (TRT).

 

Taques afirmou que as fraudes supostamente praticadas por Mendes levaram à aposentadoria compulsória de dois juízes do trabalho, Luiz Aparecido Ferreira Torres e Carla Reita Faria Leal.

 

Para o governador, as acusações mostram o caráter do seu adversário político.

 

“O ex-prefeito de Cuiabá já conseguiu que dois juízes do Trabalho se aposentassem por fraude à Justiça. Isso mostra a forma de agir das pessoas”, disse o governador, momentos antes de participar de um evento com servidores da Educação, na Capital, nesta quinta-feira (12).

 

O ex-prefeito de Cuiabá já conseguiu que dois juízes do trabalho se aposentassem por fraude à Justiça. Isso mostra a forma de agir das pessoas

Luiz Torres foi aposentado compulsoriamente  em 2014 por ter praticado fraude processual para, com o auxílio do contador José Oliveira, supostamente favorecer o grupo empresarial de Mendes no leilão da Mineração Salomão, atualmente Mineração Casa de Pedra.

 

Já Carla Reita foi aposentada compulsoriamente em 2015, por simular um empréstimo bancário com o ex-prefeito para adquirir um apartamento que foi leiloado pelo TRT para cobrir indenizações trabalhistas.

 

Nesta quarta-feira (12), o ex-prefeito foi ouvido na Justiça Federal sobre o leilão da mineradora.

 

Em conversa com a imprensa antes da audiência, ele negou a fraude e disse acreditar que o processo será arquivado.

 

“Fui acusado na Operação Ararath, lá em 2014. Passaram três anos e o inquérito foi arquivado com parecer da Polícia Federal, do Ministério Público Eleitoral e do juiz a meu favor. Não tenho dúvida nenhuma que esse processo também será arquivado, porque a verdade está ao nosso lado, sempre esteve e ficará provado aqui”, disse Mauro.

 

O leilão da mineradora foi anulado no último dia 25 de junho pela juíza Eleonora Alves Lacerda, da 5ª Vara da Justiça do Trabalho de Cuiabá.

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