MENDES PROPõE REFORMA DA PREVIDêNCIA, FAGUNDES DESTACA ALIANçA COM PRODUTORES E TAQUES JUSTIFICA GASTOS
04.09.2018

Os três principais candidatos ao Governo do Estado, Mauro Mendes (DEM), Pedro Taques (PSDB) e Wellington Fagundes (PR), participaram de uma sabatina com entidades do agronegócio, promovido pelo Sistema Famato (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso) durante a tarde de segunda-feira (3).Mauro Mendes


O democrata Mauro Mendes foi o primeiro candidato a falar com o setor. Ele destacou em seu tempo de fala que toda arrecadação do Estado não está sendo suficiente para cumprir os compromissos e propôs uma reforma na Previdência estadual, alegando que se isso não ocorrer, o déficit poderá chegar ao valor de R$ 3 bilhões até o final do próximo governo.

O ex-prefeito também voltou a pontuar a necessidade de cortar o mínimo de 30% dos cargos comissionados e diminuir o número de secretarias.

Wellington Fagundes

Já o senador Wellington Fagundes, segundo candidato a ser ouvido, falou da importância do estado ter os produtores rurais como aliados.

“Quero ter todos os produtores rurais, todos aqueles que geram emprego no Mato Grosso como parceiros e como aliados nas discussões durante os 4 anos. Ou seja, em todos os 4 anos eles terão assento onde nós pretendemos convidar todos esses produtores, industriais, comerciantes pra gente buscar fazer um governo justo, que seja voltado para todos e, acima de tudo, pro cidadão porque o Estado tem que ser o indutor do crescimento, mas pra cuidar do cidadão”, disse.

Pedro Taques

Por fim, o atual governador Pedro Taques, último a falar com os produtores, justificou os a maioria dos gastos dos recursos públicos, utilizados com o funcionalismo público, acabou limitando os investimentos. O gestor ainda fez comparações entre a gestão do ex-governador Silval Barbosa e seu governo.

“Tudo o que ocorre hoje em Mato Grosso é culpa do Pedro Taques. Quero revelar o tamanho do Estado, alguns desconhecem e dizem que precisamos diminuir o tamanho do Estado. Eu defendo, já fiz isso como senador da República. Mato Grosso tem 100 mil servidores, desses 30 mil aposentados”, explicou.

Ainda sobre o assunto, o tucano destacou que dos 70 mil servidores na ativa, 40 mil estão lotados na secretaria de Educação. “Não podemos mandar os professores embora. Aliás, quando assumimos, Mato Grosso era um dos piores no ranking nacional, na 26ª posição e hoje é um dos que mais melhorou”, disse.

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