DEPUTADO DO PSL
07.01.2019

O deputado estadual eleito em 2018, Sílvio Favero (PSL), revelou que irá disputar a eleição para presidência da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT) a pedido do próprio diretório nacional do partido. A informação foi dita por Favero durante entrevista ao Jornal do Meio Dia nesta quarta-feira (2).

O PSL, partido do qual pertence Sílvio Favero, é o mesmo do Presidente da República Jair Bolsonaro. O parlamentar eleito disse que acatou o “pedido” do diretório nacional da sigla como um “bom soldado”.

“Esse foi um pedido do diretório nacional, que pediu para Mato Grosso entrar na disputa para presidência da Assembleia. E a gente como bom soldado estamos aí para essa nova empreitada. Quatorze novos deputados, vamos conversar com todos para entrar num consenso”, disse ele.

Entre as propostas como candidato a presidente da AL-MT, Favero citou uma mudança no regimento interno do Poder Legislativo Estadual que proibiria a disputa pela presidência e a primeira secretaria da Mesa Diretora por quem já ocupa os cargos atualmente.

Favero também afirmou que, a exemplo dos outros poderes – como o Executivo -, o Legislativo também terá de “cortar na carne” na redução de gastos.

“Como o governador tá cortando na carne sem dúvida o novo presidente [da AL-MT] vai cortar, vai diminuir”, disse ele.

Questionado sobre a relação com os servidores – na gestão do ex-governador Pedro Taques (PSDB), a AL-MT atuou como uma verdadeira mediadora na relação muitas vezes conflituosa entre o Poder Executivo e os servidores -, Favero afirmou que o Governo não pode “dar mais do que tem condições”, mas disse que trabalhará para chegar a um consenso com os trabalhadores em eventuais crises.

“Sem dúvida alguma, acho que o Governo também não pode dar mais do que tem condições. Mas a gente tem que analisar também os servidores. Os servidores são lubrificantes dessa máquina toda. Nós chegaremos a um consenso para ambas as partes”, resumiu ele.

Por fim, o deputado estadual do PSL adiantou ser contra a taxação do agronegócio – medida que vem sendo defendida por outros parlamentares, como Wilson Santos (PSDB), além de políticos notórios no Estado, como o ex-deputado federal Júlio Campos (DEM).

“Eu sou contra a taxação do agronegócio. Não só do agronegócio mas do comércio, dos empresários. Pouco [dos impostos] se volta de fato para a população, na saúde pública, na segurança pública”.    

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