SINDICâNCIA VAI APURAR MORTE DE PACIENTE E PLANTõES SEM MéDICOS
27.05.2014

Sindicância vai apurar morte de paciente e plantões sem médicos

Defensoria flagra policlínica sem médicos, remédios e instalações insalubres
ração da hora da morte de pacientes para ‘justificar‘ plantões sem médicos, assim como a morte da senhora Alaíde Ventura da Silva, de 62 anos, no último dia 22 de maio, motivaram a instauração de uma sindicância pela Prefeitura de Cuiabá. As denúncias quanto a falta de médicos na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá foram alvos de uma reportagem do Fantástico veiculada no último domingo (25), assim como a demora na realização de uma cirurgia de Alaíde  (para tratar de um aneurisma) foram assuntos tratados durante a reportagem.

A matéria aponta ainda a “orientação superior” para que os médicos lotados na unidade alterassem as declarações de óbito de pacientes fatais. A comissão terá três dias para apresentar suas conclusões ao prefeito. Pautada no Tribunal de Contas da União (TCU), mais uma vez, Cuiabá apareceu em destaque na reportagem quanto as mazelas da saúde pública.

Conforme a Secretaria de Saúde, a paciente de Acorizal já havia passado pelo exame de angiografia, o que era responsabilidade da prefeitura de Cuiabá, e estava internada no Pronto-Socorro Municipal enquanto aguardava a transferência para o Hospital Geral Universitário (HGU), único hospital de Mato Grosso credenciado pelo Ministério da Saúde para a realização de cirurgias neurológicas.

Em nota,  a assessoria informa que "como a regulação é responsabilidade da Secretaria de Estado de Saúde, a sindicância da Prefeitura vai buscar informações das razões da cirurgia não ter sido realizada, tanto na Secretaria Estadual, quanto no Hospital Geral Universitário‘.

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